DESAFIO: "A BÍBLIA EM UM ANO"

Ducentésimo sexagésimo sexto dia: A profecia contra Gog e a reconstrução do templo

Continuando o nosso desafio, observamos na meditação dos textos a seguir que são apresentadas profecias relacionadas a Gog, um príncipe soberano de Mosoc e Tubal, que será confrontado pelo Senhor Javé em um dia de terrível abalo na terra de Israel. Gog e suas tropas serão derrotados e se tornarão alimento para as aves de rapina e feras. Após essa derrota, Israel queimará as armas dos inimigos durante sete anos. Gog será enterrado em um vale específico e levará sete meses para ser sepultado. A glória do Senhor será manifestada e todas as nações saberão que Ele é o Senhor. Depois disso, haverá uma nova era para Israel, onde eles habitarão sua terra com segurança e serão reunidos por Deus. O Senhor não mais esconderá sua face deles e derramará seu Espírito sobre a casa de Israel. Faça a leitura de preferencia em sua Bíblia dos capítulos 38, 39 e 40 do livro de Ezequiel (Ez).

Ezequiel 

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38.   1.A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 2.“Filho do homem, volta os teus olhos contra Gog, na terra de Magog, príncipe soberano de Mosoc e de Tubal, e profere contra ele o seguinte oráculo:* 3.Eis o que diz o Senhor Javé: é contra ti que venho, Gog, príncipe soberano de Mosoc e de Tubal. 4.Vou te fazer ir e vir. Vou armar tua goela de ganchos, vou preparar-te uma expedição com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos perfeitamente equipados, horda imensa, munida de escudos, de broquéis e de espadas. 5.Ela terá por aliados a Pérsia, a Etiópia e a Líbia, equipados de escudos e capacetes. 6.Marcharão contigo Gomer e todas as suas tropas, o povo armado de Bet-Togorma, dos confins do Norte, povos numerosos.* 7.Estai atentos, preparai-vos bem, tu e todas as hordas que se agrupam em derredor de ti. Fica à minha disposição.* 8.Ao fim de conside­rável lapso de tempo, receberás ordem de marcha. Com o correr dos anos, irás contra uma terra, cujos habitantes, subtraídos ao massacre, se acham reunidos de países diversos, nas montanhas de Israel, por tão longo tempo desertas, mas onde vive agora tranquilamente a nação segregada do meio dos povos. 9.Tu te levantarás como uma tempestade, tu e a multidão das tropas de povos diversos que te acompanham, como uma nuvem de tempestade para cobrir a terra. 10.Eis o que diz o Senhor Javé: naquele dia, projetos nascerão em teu coração, e conceberás desígnios perversos. 11.Vou atacar, dirás tu, uma terra indefesa, gente pacífica, que vive tranquilamente em cidades sem mura­lhas, sem portas, sem ferrolhos. 12.Irás, pois, ali pilhar, para fazer despojo, para pôr a mão sobre essas ruínas agora repovoadas, sobre uma população recolhida dentre pagãos, que, residindo no umbigo da terra, se ocupa agora com a criação e o comércio.* 13.Sabá, Dadã, mercadores de Társis e todos os seus jovens leões te hão de dizer: é para pilhar que vens tu? É para fazer espólio que reuniste as tuas hordas, para levar prata e ouro, para tomar rebanhos e bens, para fazer imensa pilhagem? 14.Eis por que, ó filho do homem, proferirás contra Gog o oráculo seguinte: eis o que diz o Senhor Javé: não é acaso naquele dia, quando o meu povo de Israel habitar sua terra com toda a segurança, que tu te meterás em agitação? 15.Virás de tua terra, dos confins do Norte, seguido de teu poderoso exército, tua horda imensa de cavaleiros. 16.Atacarás o meu povo de Israel como uma nuvem de tempestade que vem cobrir a terra. Isso acontecerá no decorrer dos tempos: eu te farei vir contra a minha terra, a fim de que as nações aprendam a conhecer-me, quando sob meus olhares, ó Gog, eu tiver manifestado a minha santidade pela maneira como eu te tratar. 17.Eis o que diz o Senhor Javé: tu és aquele de quem falei outrora por intermédio dos meus servidores, os profetas de Israel, que, naquele tempo, durante anos, predisseram que eu te enviaria contra eles. 18.Naquele dia futuro, o dia em que Gog penetrar no solo de Israel – oráculo do Senhor Javé –, o furor me subirá ao nariz. 19.Na explosão de meu ciúme e na exasperação de minha raiva, eu o afirmo, naquele dia, eu o juro, haverá terrível abalo na terra de Israel. 20.À minha vista, tremerão de pavor os peixes do mar e os pássaros do céu, os animais dos campos e os répteis que se movem pela terra, assim como todos os homens que vivem na crosta terrestre. As montanhas desmoronarão, os rochedos cairão e todas as muralhas serão derrubadas por terra. 21.Chamarei contra Gog toda espécie de terríveis flagelos – oráculo do Senhor Javé. Cada qual voltará a espada contra seu companheiro. 22.Farei sua condenação com a peste mortífera, farei chover sobre ele, suas tropas e sobre as hordas que o acompanham um aguaceiro, saraiva, fogo e enxofre. 23.É assim que manifestarei a minha glória e a minha santidade, revelando-me aos olhos de inúmeras nações, a fim de que saibam que eu sou o Senhor”.

Segundo oráculo contra Gog

39.   1.“E tu, filho do homem, profetiza contra Gog nestes termos: eis o que diz o Senhor Javé: é contra ti que venho, Gog, príncipe soberano de Mosoc e de Tubal. 2.Eu te vou fazer ir-e-vir, eu te conduzirei, eu te transportarei dos confins do Norte contra as montanhas de Israel. 3.De tua mão esquerda escapará teu arco, que eu quebrarei, e de tua mão direita farei cair tuas flechas. 4.Tombarás sobre os montes de Israel, com tuas tropas e as hordas que te seguirem. Eu te darei por pasto às aves de rapina, aos voláteis de toda espécie e às feras. 5.Serás estirado na terra, porquanto eu disse – oráculo do Senhor Javé. 6.Expedirei fogo a Magog e entre aqueles que ocupam tranquilamente as praias marinhas; eles saberão que sou eu o Senhor. 7.Farei assim conhecer meu santo nome no meio do meu povo de Israel, sem mais deixá-lo profanar. As nações saberão assim que sou eu o Senhor, santo em Israel. 8.Ora, eis o que irá suceder, e isso está próximo – oráculo do Senhor Javé –, eis o dia que eu havia predito. 9.De todas as cidades de Israel sairão cidadãos para acender um fogo onde hão de queimar as armas: capacetes, escudos, arcos, flechas, lanças, dardos, dos quais se fará uma fogueira durante sete anos. 10.Não mais irão aos campos amontoar lenha, não mais hão de fazer derrubada na floresta, porque com as armas é que se farão fogueiras. Pilharão os saqueadores, destruirão os destruidores – oráculo do Senhor Javé. 11.Naquele dia, assinalarei a Gog o local da sepultura em Israel, o vale dos viandantes, ao oriente do mar, que tapará o caminho aos passantes. Aí se enterrará Gog e toda a horda de suas gentes, e esse vale se chamará Hamon-Gog.* 12.Os israelitas gastarão sete meses para enterrá-los e para limpar a terra. 13.Todas as gentes da terra trabalharão nessa sepultura e hão de orgulhar-se do dia em que eu manifestar a minha glória – oráculo do Senhor Javé. 14.Serão designados homens encarregados de percorrer continuamente a terra para a limparem, enterrando os cadáveres que ficarem distendidos pelo solo: essa procura durará sete meses. 15.Quando em suas caminhadas virem eles ossos humanos, de todo lado farão sinal até que os coveiros os tenham enterrado no vale de Hamon-Gog. 16.Uma cidade terá o nome de Multidão. É assim que se purificará a terra. 17.E tu, filho do homem, escuta o que diz o Senhor Javé: dize às aves de toda espécie e a todos os animais dos campos: ajuntai-vos! Vinde, reuni-vos para o sacrifício que vos preparo, um grande sacrifício nas montanhas de Israel: comereis carne e bebereis sangue. 18.Ireis comer a carne dos heróis e beber o sangue dos príncipes da terra: carneiros, cordeiros, cabritos, touros robustos de Basã. 19.Nesse sacrifício ao qual vos convido, comereis gordura até vos fartardes, e bebereis sangue até a embriaguez. 20 À minha mesa vos saciareis de corcéis, cavaleiros, heróis e guerreiros de toda espécie – oráculo do Senhor Javé.” 21.“Desse modo, manifestarei minha glória entre as nações: todas elas me hão de ver executar os meus atos de justiça e pôr a mão sobre elas. 22.E, a partir daquele dia, os israelitas saberão que sou eu o Se­nhor, seu Deus. 23.As nações reconhecerão que é por causa da sua iniquidade que Israel foi deportado, e que é por causa da sua infidelidade que lhes tenho ocultado a minha face e as tenho entregue nas mãos dos seus inimigos, para que pereçam pela espada. 24.Escondendo-lhes minha face, só lhes fiz o que mereciam por suas iniquidades e prevaricações. 25.E, por isso, eis o que diz o Senhor Javé: dentro em breve vou reconduzir os cavalos de Jacó e apiedar-me de toda a casa de Israel; vou mostrar-me cioso do meu santo nome.* 26.E serão livres de toda vergonha e das infidelidades de que se tornaram culpados para comigo, quando habitarem de novo tranquilamente sua terra, sem que ninguém os inquiete. 27.Logo que os houver reconduzido dentre as nações e reunido dos países inimigos, e que houver manifestado a minha santidade aos olhos das nações numerosas por meu proceder a seu respeito, 28.reconhecerão eles que sou eu o Senhor, que sou seu Deus, porque depois de tê-los exilado entre as nações, eu os reunirei no seu solo sem lá deixar um só. 29.Não esconderei mais deles a minha face, porque espargirei meu Espírito sobre toda a casa de Israel – oráculo do Senhor Javé.”

LEI DO NOVO ISRAEL (40 – 48)

Tempo

40.   1.No ano vinte e cinco da nossa deportação, no começo do ano, no décimo dia, catorze anos após a queda da cidade, naquele mesmo dia, a mão do Se­nhor veio sobre mim. Deus me transportou, 2.no curso das visões divinas, à terra de Israel. Ele me colocou nos cimos de uma montanha muito elevada, sobre a qual pareciam elevar-se, do lado do meio-dia, as construções de uma cidade.* 3.Conduzido ao lugar, divisei um homem que parecia ser de bronze, levando nas mãos uma corda de linho e uma cana de agrimensor. Ele permanecia de pé à porta.* 4.Esse homem dirigiu-me as seguintes palavras: “Filho do homem, volta os teus olhos, escuta com teus ouvidos, e presta bem atenção a tudo quanto te vou mostrar, porque é para esse espetáculo que foste transportado até aqui. Darás conhecimento aos israelitas de tudo o que te vou mostrar”. 5.Um muro exterior formava o recinto do templo. O homem tinha na mão uma cana de agrimensor, de seis côvados cada côvado tendo um palmo a mais que o côvado corrente. Ele mediu a largura da construção – uma cana – e a altura – também uma cana.* 6.Voltou em seguida ao pórtico oriental; subiu os degraus e mediu a soleira da porta, que tinha uma cana de profundidade.* 7.Cada câmara tinha uma cana de comprimento e uma cana de largura: entre cada câmara havia cinco côvados. A soleira do pórtico do lado do vestíbulo, para o interior, media uma cana. 8.Ele mediu o vestíbulo do pórtico, para o interior.* 9.Ele tinha oito côvados, e suas pilastras, dois côvados. Esse vestíbulo do pórtico estava situado no interior. 10.As câmaras do pórtico oriental eram em número de três de cada lado: tinham todas as três as mesmas dimensões, do mesmo modo que as pilastras. 11.Ele mediu a largura do vão da porta: dez côvados; a extensão do pórtico era de treze côvados. 12.Diante dos cômodos havia uma barreira de um côvado de cada lado. A própria câmara media seis côvados em cada direção. 13.Mediu o pórtico, desde o teto de uma câmara até o teto de outra: vinte e cinco côvados de largura, de porta a porta. 14.Depois contou sessenta côvados para as pilastras, perto das quais se encontrava o átrio que rodeava o pórtico.* 15.O espaço entre a porta de entrada e o vestíbulo da porta interior era de cinquenta côvados. 16.Havia nas câmaras e nas pilastras janelas gradeadas para o interior do pórtico; havia o mesmo nos vestíbulos: janelas se encontravam em toda a volta, dando para o interior. Sobre as pilastras, havia palmeiras. 17.Em seguida, ele me fez entrar no átrio exterior onde vi câmaras, e um lajeamento disposto em redor do átrio: sobre esse lajeamento havia trinta câmaras. 18.O lajeamento se estendia de cada lado dos pórticos, em uma extensão igual à extensão desse pórtico: era o pavimento interior. 19.Ele mediu a largura desde a fren­te do pórtico interior até diante do átrio interior: cem côvados ao leste e ao norte. 20.Quanto ao pórtico setentrional do átrio exterior, mediu a extensão e a largura. 21.Os aposentos eram em número de três de cada lado; suas pilastras e seus vestíbulos tinham as mesmas dimensões que as do primeiro pórtico: cinquenta côvados de extensão por vinte e cinco de largura. 22.Suas janelas, seu vestíbulo e suas palmeiras tinham as mesmas dimensões que as do pórtico oriental. Chegava-se aí por sete degraus, em frente dos quais ficava o seu vestíbulo. 23.Diante do pórtico norte, como diante do pórtico oriental, havia uma porta com saída para o átrio interior. De um pórtico a outro contou cem côvados. 24.Ele me conduziu até o lado do meio-dia, onde vi o pórtico meridional. As pilastras e o vestíbulo, que mediu, tinham idêntica dimensão. 25.Esse pórtico tinha, em todo o seu âmbito, assim como seu vestíbulo, janelas semelhantes às outras. Havia cinquenta côvados de extensão por vinte e cinco de largura. 26.Chegava-se aí por sete degraus, em frente dos quais ficava o vestíbulo. De uma e outra parte havia palmeiras em suas pilastras. 27.O átrio interior tinha também um pórtico meridional. De um pórtico a outro, para o meio-dia, contou cem côvados. 28.Ele me fez entrar no átrio interior pelo pórtico meridional, o qual tinha as mesmas dimensões. 29.Suas câmaras, pilastras e vestíbulo tinham as mesmas dimensões. Esse pórtico, assim como o seu vestíbulo, estava guarnecido de janelas em toda a volta. Suas dimensões eram: cinquenta côvados de extensão por vinte e cinco de largura. 30.Em toda a volta havia vestíbulos de vinte e cinco côvados de comprimento por cinco de largura.* 31.Seu vestíbulo se encontrava do lado do átrio exterior. Suas pilastras eram ornadas de palmeiras; subia-se até aí por uma escada de oito degraus. 32.Depois conduziu-me ao pórtico oriental do átrio interior, que ele mediu, e no qual encontrou as mesmas dimensões. 33.Tinham também as mesmas dimensões suas câmaras, pilastras e vestíbulo. O pórtico, assim como seu vestíbulo, estava guarnecido de janelas em toda a sua extensão. Suas dimensões eram de cinquenta côvados de comprimento por vinte e cinco de largura. 34.Seu vestíbulo dava para o átrio exterior. Havia, de uma e outra parte, palmeiras em suas pilastras, e uma escada de oito degraus. 35.Ele me conduziu então ao pórtico setentrional, que mediu, e no qual encontrou as mesmas dimensões, 36.do mesmo modo que em suas câmaras, pilastras e vestíbulo. Havia janelas em toda a volta. As dimensões eram de cinquenta côvados de comprimento por vinte e cinco de largura. 37.Seu vestíbulo dava para o átrio exterior. Havia, de uma a outra parte, palmeiras em suas pilastras, e uma escada de oito degraus.* 38.Havia uma sala, cuja porta se encontrava junto às pilastras dos pórticos; era lá que se lavavam os holocaustos. 39.No vestíbulo do pórtico encontravam-se, de uma e outra parte, duas mesas nas quais se degolavam as vítimas destinadas aos sacrifícios pelo pecado e pelo delito. 40.No exterior, do lado norte, para quem subia no pórtico, encontravam-se duas mesas, e duas outras mesas do lado do vestíbulo desse pórtico. 41.Assim, quatro mesas de cada lado do pórtico, o que perfaz oito mesas, nas quais se degolavam as vítimas. 42.Havia, além disso, para os holocaustos, quatro mesas de pedra de cantaria, do comprimento de um côvado e meio, largura de um côvado e meio e altura de um côvado. Depositavam-se nelas os instrumentos que serviam para degolar as vítimas dos holocaustos e dos sacrifícios. 43.Havia bordas da largura de um palmo em todo o âmbito interior. Era sobre essas mesas que eram depositadas as carnes sacrificadas. 44.No átrio interior, fora do pórtico interior, ficavam os lugares dos cantores, um do lado do pórtico setentrional, olhando para o sul, outro do lado do pórtico oriental, olhando para o norte. 45.O homem disse-me: “Esta câmara, que olha para o sul, é reservada aos sacerdotes que têm a guarda do templo; 46.e a que olha para o norte é destinada aos sacerdotes que fazem o serviço do altar. Estes são os descendentes de Sadoc, únicos descendentes de Levi que podem aproximar-se do Senhor para o servirem”. 47.Mediu o átrio: era um quadrado de cem côvados de lado. O altar encontrava-se diante do edifício. 48.Ele conduziu-me então ao vestíbulo do templo, cujas pilastras mediu: cinco côvados de cada lado, enquanto a largura do pórtico era de três côvados de cada lado. 49.O vestíbulo tinha vinte côvados de comprimento por onze de largura; chegava-se aí por degraus. Junto às pilastras, de uma e outra parte, havia duas colunas.

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