DESAFIO: "A BÍBLIA EM UM ANO"

Ducentésimo sexagésimo sétimo dia: Descrição detalhada do templo e suas leis

No nosso desafia de hoje iremos observar que o texto descreve a medição e as dimensões do templo, suas pilastras, portas, câmaras laterais e galerias. Também menciona a decoração do templo com figuras de querubins e palmeiras, assim como os rituais e sacrifícios que devem ser realizados no templo. Além disso, são fornecidas orientações sobre as vestimentas e condutas dos sacerdotes que servirão no templo. O texto termina com a promessa de que Deus estabelecerá sua morada no templo e que o povo de Israel deve se envergonhar de suas iniquidades e seguir as leis e ordens estabelecidas para o templo. Faça a leitura de preferencia em sua Bíblia dos capítulos 41, 42, 43 e 44 do livro de Ezequiel (Ez).

Ezequiel 

41.   1.Depois este homem me fez entrar no templo, cujas pilastras mediu; tinham seis côvados de largura de um lado, e seis côvados de largura do outro lado, largura da tenda. 2.A largura da entrada era de dez côvados; os dois lados da porta tinham ambos cinco côvados. Ele mediu a extensão do templo: quarenta côvados; e sua largura, vinte côvados. 3.Em seguida, penetrou no interior e mediu as pilastras da entrada: dois côvados; depois a porta: seis côvados, com uma largura de sete côvados. 4.Mediu aí a extensão de vinte côvados e uma largura de vinte côvados do lado do templo, e me disse: “É o santo dos santos”. 5.Mediu a parede do edifício: seis côvados, e a largura do edifício lateral que rodeia a torre do templo: quatro côvados. 6.As câmaras laterais, superpostas, eram em número de três vezes trinta. Elas tocavam numa parede construída em torno de todo o edi­fício, de modo a se apoiar nela sem tocar a parede do templo. 7.À medida que subia, a largura aumentava de um andar a outro, porque o templo tinha uma galeria circular em cada andar, de sorte que a largura do edifício era mais considerável em cima; subia-se do andar inferior ao superior pelo meio. 8.Eu vi em redor do templo uma fiada saliente. Eram os fundamentos das câmaras laterais, que mediam uma cana inteira, seis côvados.* 9.A espessura da parede exterior do edifício lateral era de cinco côvados. A esta se ajuntava o alicerce do edifício lateral do templo. 10.O espaço não construído até as câmaras laterais era de vinte côvados, em toda a volta do templo. 11.As portas do edifício lateral davam para a fiada, formando uma entrada para o norte e uma entrada para o sul. A largura dessa fiada era de cinco côvados em todo o redor. 12.A construção que se elevava defronte do espaço livre, ao ocidente, era da largura de setenta côvados; o muro que o cercava era da espessura de cinco côvados e do comprimento de noventa. 13.Ele mediu o templo, que tinha uma extensão de cem côvados, o espaço livre, a construção e suas paredes, tendo também um comprimento de cem côvados. 14.A largura da fachada do templo, com o espaço livre do lado do oriente, era de cem côvados. 15.Ele mediu o comprimento do edifício diante do espaço livre que estava atrás da construção, com as galerias de uma e outra parte: cem côvados. 16.O interior do templo, os vestíbulos do átrio, os limiares, as janelas gradeadas e as galerias em volta nos três lados diante dos limiares eram forradas de madeira, do chão até as janelas, as quais estavam fechadas. 17.Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras: 18.querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces: 19.uma figura humana de um lado, voltada para uma das palmeiras, e uma face de leão voltada para outra palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo. 20.Desde o piso até acima da porta, havia representações de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo. 21.A porta do templo era de ângulos retos. Diante do santuário, havia alguma coisa como um altar de madeira. 22.Sua altura era de três côvados, enquanto a largura era de dois côvados. Havia ângulos protuberantes; sua base e suas paredes eram de madeira. Disse-me o homem: “É aqui a mesa que está diante do Senhor”. 23.O templo e o santo dos santos ti­nham cada um uma porta, 24.e cada porta era de dois batentes, que tinham duas bandeiras para cada batente. 25.Assim como nas paredes, querubins e palmeiras eram figurados nas portas do templo. Na fachada do vestíbulo no exterior, havia um anteparo de madeira. 26.Havia janelas gradeadas e palmeiras de uma e outra parte, nos lados do vestíbulo, nas câmaras laterais do templo, e nos anteparos.

42.   1.O homem fez-me sair para o átrio exterior, do lado norte, e conduziu-me às câmaras situadas do lado do espaço livre, e até as que estavam diante da construção, para o lado norte.* 2.Sobre a fachada onde se encontrava a porta do lado norte, elas se estendiam por uma extensão de cem côvados, e uma largura de cinquenta côvados, 3.defronte dos vinte (côvados) do átrio interior e em frente do lajeamento do átrio exterior, uma galeria ao longo da galeria de três andares. 4.Diante das câmaras havia um corredor de dez côvados de largura e, para o interior, um caminho da largura de um côvado. As portas das câmaras davam para o norte. 5.As câmaras superiores eram mais estreitas que as câmaras inferiores e as do meio, porque as galerias penetravam nelas. 6.Havia três andares, porém não havia colunas, como nas câmaras do átrio. Eis por que as câmaras superiores eram mais estreitas que as inferiores e que as do andar intermediário. 7.O recinto exterior, paralelo às câmaras para o pátio exterior, tinha, diante dessas câmaras, uma extensão de cinquenta côvados. 8.Efetivamente, a extensão das câmaras do átrio exterior era de cinquenta côvados, enquanto as do lado do templo tinham cem côvados. 9.E abaixo dessas câmaras havia, para o oriente, uma entrada que dava acesso a quem vinha do átrio exterior. 10.Sobre a extensão do muro do pátio, para o oriente, ante o espaço livre e a construção, havia também câmaras. 11.Diante delas corria uma ala, assim como diante das câmaras situadas do lado norte; a mesma extensão, a mesma largura, as mesmas saídas, a mesma disposição, as mesmas portas. 12.O mesmo havia para as entradas das câmaras que davam para o oriente. À entrada da ala, diante do muro correspondente, havia uma porta à qual se chegava pelo lado do oriente. 13.O homem disse-me: “As câmaras do norte e as do sul, que dão para o espaço livre, são câmaras santas, onde os sacerdotes que se aproximam do Senhor devem comer as coisas santíssimas. É lá que eles devem depositar as coisas santíssimas: oblações, oferendas pelo pecado e pelo delito; é um lugar santo. 14.Uma vez que tiverem entrado, os sacerdotes não sairão do lugar santo para o átrio exterior sem ter deixado ali as suas vestes litúrgicas, porque esses paramentos são sagrados. Eles se revestirão de outros hábitos para penetrar nos lugares destinados ao povo”. 15.Ao concluir a medição do interior do templo, fez-me sair pelo pórtico oriental, e mediu o recinto que rodeia o templo. 16.Com sua cana, mediu o lado leste: qui­nhentos côvados, com sua cana de medir para o circuito. 17.Mediu o lado norte: quinhentos côvados de âmbito, com sua cana de medir. 18.Mediu o lado sul: qui­nhentos côvados, com sua cana de medir. 19.Em seguida, voltou-se para o lado oeste para o medir, e obteve quinhentos côvados, com sua cana de medir. 20.Tinha assim medido o circuito do muro, pelos quatro lados: extensão, quinhentos côvados; largura, quinhentos côvados. Esse muro separava o sagrado do profano.

A volta ao Senhor

43.   1.Fui então conduzido ao pórtico oriental, 2.e eis que a glória do Deus de Israel chegava do oriente, com ruído semelhante ao ruído das muitas águas, enquanto a terra resplandecia com seu clarão. 3.A visão que eu contemplava então recordava-me a que me havia aparecido quando eu tinha vindo para a destruição da cidade, e a que me havia aparecido nas margens do Cobar. Caí com a face em terra.* 4.A glória do Senhor penetrou no templo pela porta oriental. 5.O espírito levou-me e transportou-me ao átrio interior: eis que o templo estava cheio do resplendor do Se­nhor. 6.Ouvi, então, que alguém me falava do interior do templo, enquanto o homem se conservava sempre a meu lado. 7.“Filho do homem” – disse-me a voz –, “é aqui o lugar do meu trono, o lugar onde pus a planta dos meus pés, minha morada definitiva entre os israelitas. De hoje em diante, nem o povo de Israel nem seus reis profanarão mais o meu santo nome pelas suas fornicações nem pelos cadáveres de seus reis, seus lugares altos, 8.pondo seu limiar junto ao meu limiar, e sua porta junto à minha porta, não havendo entre mim e eles senão um muro. É assim que manchavam o meu santo nome pelas abominações que cometiam. Por isso, exterminei-os em minha cólera.* 9.Mas, doravante, eles afastarão de mim as suas prostituições e os cadáveres de seus reis, e eu estabelecerei definitivamente minha morada entre eles. 10.Filho do homem, dá aos israelitas uma descrição deste templo, a fim de que eles se envergonhem de suas iniquidades. Que eles meçam o seu plano. 11.Se estão confusos por causa dos seus atos, tu lhes descreverás a forma deste templo, sua disposição, suas saídas e entradas, suas formas, suas ordens e todas as suas leis. Meterás tudo isso por escrito diante de seus olhos, a fim de que observem todas as leis e todas as regras que a eles digam respeito e as ponham em prática.* 12.Eis a lei do templo: no cume da montanha, todo o espaço que o rodeia é área sagrada. Tal é a lei relativa ao templo.” 13.Eis as dimensões do altar em côvados cada côvado medindo um côvado ordinário mais um palmo. A base tem um côvado de altura por outro de largura; a orla, que constitui a borda, e por todo o circuito, um palmo. Isso para o lado do altar. 14.Desde a base, que se acha no nível do solo, até a base inferior, tem dois côvados de altura por um côvado de largura; da pequena base até a maior, quatro côvados de altura por um de largura. 15.O altar tem quatro côvados; acima do altar elevam-se quatro pontas. 16.O altar forma um quadrado perfeito, medindo doze côvados de lado. 17.A grande base tem seus quatro lados iguais, cada um de catorze côvados. A orla que faz a volta mede meio côvado; a base mede um côvado ao redor. Os degraus do altar ficam voltados para o oriente. 18.Meu guia me disse: “Filho do homem, eis o que diz o Senhor Javé: eis as prescrições relativas ao altar que entrarão em vigor no dia em que ele tiver sido cons­truído para aí oferecer-se o holocausto e fazer-se aspersão do sangue. 19.Darás aos sacerdotes levitas, que são da linhagem de Sadoc, aqueles que se aproximam de mim – oráculo do Senhor –, um touro novo, que imolarão pelo pecado. 20.Tomarás de seu sangue para pô-lo sobre as quatro pontas do altar, sobre os quatro ângulos da base e sobre a orla que o cerca; isso será a purificação do altar e a expiação. 21.Tomarás a seguir o touro sacrificado pelo pecado, o qual será consumido no lugar reservado ao templo, fora do santuário. 22.No segundo dia, ofertarás pelo pecado um bode sem defeito, que servirá para fazer a expiação do altar, como se fez com o touro. 23.Quando tiveres terminado essa expiação, oferecerás um touro novo e um cordeiro sem defeito, escolhido no rebanho, 24.que apresentarás ao Senhor. Os sacerdotes lançarão sal sobre eles e os oferecerão ao Senhor em holocausto. 25.Durante sete dias consecutivos, sa­crificarás um bode em sacrifício pelo pe­cado; sacrificará também um novilho e um cordeiro sem defeito. 26.Assim se fará, durante sete dias, a expiação pelo altar: ele será purificado e inaugurado. 27.Decorridos esses sete dias, no oitavo dia e nos seguintes, os sacerdotes oferecerão sobre o altar vossos holocaustos e vossos sacrifícios pacíficos. E eu vos testemunharei a meu favor – oráculo do Senhor Javé”.

44.   1.Ele reconduziu-me ao pórtico exterior do santuário, que fica fronteiro ao oriente, o qual se achava fechado. 2.O Senhor disse-me: “Este pórtico ficará fechado. Ninguém o abrirá, ninguém aí passará, porque o Senhor, Deus de Israel, aí passou; ele permanecerá fechado. 3.O príncipe, entretanto, enquanto tal, poderá aí assentar-se para tomar sua refeição dian­te do Senhor. Ele entrará pelo vestíbulo do pórtico e sairá pelo mesmo caminho”.* 4.Ele conduziu-me em seguida pelo pórtico norte, diante do templo. Lá, pude contemplar a glória do Senhor que enchia o Templo do Senhor; a essa vista, caí com a face em terra. 5.O Senhor disse-me: “Filho do homem, presta bem atenção; olha bem com teus olhos. Fica com o ouvido atento ao que te vou dizer: são as leis e as ordens concernentes ao Templo do Senhor. Vela com cuidado a admissão no templo, assim como a exclusão do santuário. 6.Dirás a esses rebeldes israelitas: eis o que diz o Senhor Javé: israelitas, basta! Chega de abominações! 7.Quando fazíeis a oferenda do meu pão, da gordura e do sangue, introduzistes no meu santuário para profaná-lo estrangeiros cujo coração não é menos incircunciso que a carne; violastes, dessa forma, a minha aliança com todas as vossas abominações. 8.Em vez de vos ocupardes vós mesmos com o serviço do meu santuário, encarregastes esses estrangeiros de fazê-lo em vosso lugar.* 9.Eis o que diz o Senhor Javé: nenhum estrangeiro, cujo coração é incircunciso tanto quanto a carne, penetrará em meu santuário; não, nenhum dos estrangeiros que residem entre os israelitas.* 10.Os levitas, que me deixaram desde o tempo em que Israel se desviava, abandonando-me para seguir os ídolos, esses levitas levarão a pena de sua falta.* 11.Servirão em meu santuário na qualidade de porteiros e farão o serviço da casa; degolarão para o povo as vítimas destinadas aos holocaustos ou aos sacrifícios, e ficarão à disposição do povo para todo o serviço. 12.Porque se puseram a seu serviço diante dos seus infames ídolos, e arrastaram os israelitas ao pecado, por causa disso – oráculo do Senhor Javé – ergo a mão contra eles, e sofrerão a pena de sua falta. 13.Não poderão mais aproximar-se de mim para exercer diante de mim as funções sacerdotais, nem para tocar em minhas coisas santas, nem para entrar no lugar santíssimo: mas carregarão a vergonha que lhes mereceram suas práticas abomináveis. 14.Eu os encarregarei da guarda do templo, de seu serviço e de todos os trabalhos que devem ser feitos aí. 15.Os sacerdotes levíticos, descendentes de Sadoc, que asseguraram a guarda do meu santuário no tempo em que os israelitas se afastavam para longe de mim, são eles que se aproximarão de mim para me servir, são eles que ficarão em minha presença para me oferecerem a gordura e o sangue – oráculo do Senhor Javé. 16.São eles que penetrarão em meu santuário, eles que se aproximarão da minha mesa para o meu serviço, que o cumprirão com fidelidade. 17.Ao passarem as portas do átrio interior, deverão estar vestidos de linho; não terão lã sobre si, quando oficiarem nos pórticos do átrio interior e no templo. 18.Trarão na cabeça turbantes de linho, e sobre os rins calções de linho; não trarão cinto que possa provocar a transpiração, 19.Quando passarem ao átrio exterior, lá onde o povo se encontra, despirão suas vestimentas litúrgicas e as deporão nas câmaras do santuário, e se revestirão de outros hábitos, a fim de que não toquem os leigos com suas vestimentas consagradas.* 20.Não rasparão a cabeça, não deixarão crescer livremente sua cabeleira; apararão porém os cabelos.* 21.Nenhum sacerdote beberá vinho quando tiver de penetrar no átrio interior. 22.Eles não desposarão viúvas nem mulheres repudiadas, mas somente virgens de descendência israe­lita; poderão, entretanto, casar com a viúva de um sacerdote. 23.Ensinarão meu povo a distinguir o sagrado do profano, a discernir o que é imundo do que é puro. 24.Nos debates, terão de julgar; e o farão de acordo com meu direito. Em todas as solenidades observarão as minhas leis e ordenações e santificarão os meus sábados. 25.Não tocarão em cadáver, para não se contaminarem; entretanto, essa mancha será tolerável para um pai ou uma mãe, um filho ou uma filha, um irmão ou uma irmã não casada. 26.Após sua purificação, serão contados sete dias; 27.depois, no dia em que entrar de novo para o seu serviço no santuário ou no átrio interior, oferecerá um sacrifício de expiação – oráculo do Senhor Javé. 28.Quanto ao seu patrimônio, sou eu que serei o seu patrimônio: não lhes assinalareis propriedade em Israel; sou eu que serei a sua propriedade.* 29.Eles se nutrirão das oferendas e das vítimas oferecidas pelos pecados e pelo delito: será para eles tudo o que tiver sido votado a interdito em Israel. 30.O melhor de todas as primícias e de todas as espécies de oferendas será dos sacerdotes. Vós lhes dareis também as primícias de vossa farinha, para que possais merecer a bênção sobre a vossa casa. 31.Os sacerdotes não comerão carne de nenhum animal morto ou despedaçado, quer seja de um pássaro quer de outro qualquer animal”.

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