DESAFIO: "A BÍBLIA EM UM ANO"

Centésimo décimo oitavo dia: A oração de Esdras

Com a leitura de hoje finalizamos o livro de Esdras e vamos observar o episodio em que o rei Artaxerxes realiza doações em prata, trigo, vinho, azeite e sal para Esdras levar para Jerusalém, então ele eleva ao Senhor um canto de louvor pelo rei, que mesmo sendo pagão, favoreceu o povo de Deus, e Esdras disse: “Bendito seja o Senhor Deus de nossos pais, que pois no coração do rei o desejo de honrar a casa do Senhor que está em Jerusalém e que me fez obter o favor do rei, dos seus conselheiros e de todos os mais poderosos oficiais do rei, enchei-me pois de coragem, porque a mão do Senhor, meu Deus, estava comigo e reuni os chefes de Israel para que partissem comigo”. Esdras o chefe da família que veio da Babilônia é que foram as pedras fundamentais da nova comunidade de Israel. Faça a leitura de preferencia em sua Bíblia dos  capítulos 7, 8 , 9 e 10 do livro de Esdras (Es).

Livro de Esdras

Chegada de Esdras a Jerusalém 

7.   1.Após esses acontecimentos, sob o reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, chegou Esdras, filho de Saraías, filho de Azarias, filho de Helcias,* 2.filho de Selum, filho de Sadoc, filho de Aquitob, 3.filho de Amarias, filho de Azarias, filho de Maraiot, 4.filho de Zaraías, filho de Ozi, filho de Boci, 5.filho de Abisue, filho de Fineias, filho de Eleazar, filho de Aarão, o sumo sacerdote. 6.Este Esdras vinha da Babilônia. Era um escriba versado na Lei de Moisés dada pelo Senhor, Deus de Israel. Como a mão do Senhor, seu Deus, repousasse sobre ele, o rei concedeu-lhe tudo o que pediu. 7.Com ele, vários israelitas, sacerdotes e levitas, cantores, porteiros e natineus, voltaram para Jerusalém, no sétimo ano do rei Artaxer­xes. 8.Chegou Esdras a Jerusalém no quinto mês do sétimo ano do rei. 9.Foi no primeiro dia do primeiro mês que ele partiu da Babilônia e chegou a Jerusalém no primeiro dia do quinto mês, porque a mão benevolente de seu Deus estava com ele. 10.Esdras se tinha aplicado de todo o coração a estudar a Lei do Senhor, a praticá-la e a ensinar em Israel as leis e as prescrições. 11.Eis a cópia da carta que o rei Artaxerxes entregou a Esdras, sacerdote e escriba, versado no conhecimento do texto da Lei do Senhor e de suas prescrições concernentes a Israel: 12.“Artaxerxes, rei dos reis, a Esdras, sacerdote e escriba versado na Lei do Deus do céu, saudações. 13.Dei ordem para que deixassem partir contigo todos aqueles do povo de Israel, seus sacerdotes e seus levitas, residentes em meu reino, que desejavam ir a Jerusalém. 14.Pois foste enviado pelo rei e seus sete conselheiros para fazer uma inspeção em Judá e em Jerusalém e para ver como está sendo observada ali a Lei de teu Deus que tens em tuas mãos. 15.Levarás a prata e o ouro que o rei e seus conselheiros ofereceram espontaneamente ao Deus de Israel, cuja morada fica em Jerusalém, 16.bem como todo o ouro e a prata que encontrares por toda a província da Babilônia e, por fim, os dons voluntários que o povo e os sacerdotes ofereceram livremente para a casa de seu Deus, em Jerusalém. 17.Por conseguinte, cuidarás de comprar, com esse dinheiro, novilhos, carneiros, cordeiros, bem como as oferendas e as libações e as oferecerás em Jerusalém no altar da casa de vosso Deus. 18.Com o restante do dinheiro e do ouro, fareis o que parecer melhor a ti e a teus irmãos, em conformidade com a vontade de vosso Deus. 19.Os utensílios que te forem entregues para o serviço da casa de teu Deus, tu os depositarás diante do Deus de Jerusalém. 20.Quanto às outras despesas que deverás fazer para o templo de teu Deus, tu as providenciarás por meio dos recursos que o tesouro real te fornecerá. 21.Ademais, eu, rei Artaxerxes, ordeno a todos os tesoureiros de além do rio, que entreguem pontualmente a Es­dras, o sacerdote, escriba versado na Lei do Deus do céu, tudo o que ele solicitar, 22.até a quantia de cem talentos de prata, cem coros de trigo, até cem batos de vinho, cem batos de azeite e sal à vontade. 23.Tudo o que prescreveu o Deus do céu para a sua casa seja fielmente observado, a fim de que a cólera divina não se desencadeie contra o reino, o rei e seus filhos. 24.Por fim, notificamo-vos de que não se deverá lançar imposto algum, nem tributo, nem encargos, sobre qualquer dos sacerdotes, levitas, cantores, porteiros, natineus e servos dessa casa de Deus. 25.E tu, Esdras, segundo a sabedoria de teu Deus que te foi dada, estabelecerás juízes e magistrados para fazer justiça a todo o povo da outra banda do rio, a todos aqueles que conhecem a Lei de teu Deus; e tu deverás ensinar aos que não as conhecem. 26.Todo aquele que não observar a Lei de teu Deus e a lei do rei será castigado rigorosamente, seja com a morte, seja com o desterro, seja com uma multa, ou mesmo com a prisão”. 27.“Bendito seja o Senhor, o Deus de nossos pais, que pôs no coração do rei o desejo de honrar a casa do Senhor que está em Jerusalém,* 28.e que me fez obter o favor do rei, dos seus conselheiros e de todos os mais poderosos oficiais do rei. Enchi-me pois de coragem, porque a mão do Senhor, meu Deus, estava comigo e reuni os chefes de Israel para que partissem comigo.”

8.   1.“Eis, com sua genealogia, os chefes de família que partiram comigo da Babilônia, sob o reinado do rei Artaxer­xes.* 2.Dos filhos de Fineias: Gérson; dos filhos de Itamar: Daniel; dos filhos de Davi: Hatus, que descendia de Sequenias. 3.Dos filhos de Faros: Zacarias e com ele cento e cinquenta homens inscritos no registro da família. 4.Dos filhos de Faat-Moab: Elioenai, filho de Zaraías, e com ele duzentos homens. 5.Dos filhos de Zetua: Seque­nias, filho de Jaaziel, e com ele trezentos homens; 6.dos filhos de Adin: Abed, filho de Jônatas, e com ele cinquenta homens; 7.dos filhos de Elam: Isaías, filho de Atalia, e com ele setenta homens; 8 dos filhos de Safatias: Zebedias, filho de Miguel, e com ele oitenta homens; 9.dos filhos de Joab: Abdias, filho de Jaiel, e com ele duzentos e dezoito homens; 10.dos filhos de Bani: Salomit, filho de Josfias, e com ele cento e sessenta homens; 11.dos filhos de Bebai: Zacarias, filho de Be­bai, e com ele vinte e oito homens; 12.dos filhos de Azgad: Joanã, filho de Ecetã, e com ele cento e dez homens; 13.dos filhos de Adonicam: os últimos, dos quais são estes os nomes: Elifalet, Jeiel e Semeías e com eles sessenta homens; 14.dos filhos de Beguai: Utai, filho de Zacur, e com eles setenta homens.

A viagem a Jerusalém

15.Reuni-os perto do riacho que corre para Aava e ali acampamos por três dias. Tendo observado o povo e os sacerdotes, não encontrei entre eles nenhum dos filhos de Levi.* 16.Então, mandei procurar os chefes Eliezer, Ariel, Semeías, Elnatã, Jarib, um outro Elnatã, Natã, Zacarias e Mesolam, bem como Joiarib e Elnatã, doutores da lei. 17.Enviei-os ao chefe Ado, que residia em Casfia. Ditei-lhes as palavras que deviam dizer a Ado e seus irmãos, os natineus, residentes em Casfia, a fim de que nos trouxessem ministros para a casa de nosso Deus. 18.E como a mão benfazeja de nosso Deus estivesse conosco, trouxeram eles um homem inteligente dentre os filhos de Mooli, filho de Levi, filho de Israel, Hasabias, com seus filhos e irmãos em número de dezoito. 19.Hasabias, junto com Isaías, dentre os filhos de Merari, seus irmãos e seus filhos em número de vinte. 20.Dentre os natineus, que Davi e os chefes tinham entregue para o serviço dos levitas, duzentos e vinte natineus, todos designados por seu nome. 21.Ali, junto ao riacho Aava, publiquei um jejum, a fim de nos humilharmos diante de nosso Deus e implorar dele uma feliz viagem, para nós, nossos filhos e para todos os nossos bens. 22.Tive vergonha, com efeito, de pedir ao rei uma escolta e cavaleiros para nos proteger contra os inimigos durante o trajeto; porque havíamos dito ao rei: ‘A mão de nosso Deus protege com sua bondade todos os que o procuram; mas sua força e sua cólera se fazem sentir em todos aqueles que o abandonam’.* 23.Por isso, jejuamos e invocamos o nosso Deus; e ele nos ouviu. 24.Escolhi doze chefes dos sacerdotes, Serebias e Hasabias e mais dez de seus irmãos. 25.Diante deles pesei a prata, o ouro e os utensílios dados em oferenda para a casa de nosso Deus pelo rei, seus conselheiros e seus príncipes, bem como pelos israelitas que ali se encontravam. 26.Entreguei-lhes o peso de seiscentos e cinquenta talentos de prata, utensílios de prata do peso de cem talentos, cem talentos de ouro, 27.vinte taças de ouro valendo mil dáricos e dois vasos de um bronze muito claro e brilhante, tão belo como o ouro. 28.E disse-lhes: ‘Vós sois santos diante do Senhor; estes utensílios são consagrados; esta prata e este ouro são uma oferta espontânea feita ao Senhor, o Deus de vossos pais. 29.Guardai-os com cuidado até o momento em que vós os pesareis diante dos chefes dos sacerdotes e levitas e diante dos chefes da família de Israel, em Jerusalém, nas salas da casa do Senhor. 30.Os sacerdotes e levitas receberam, pois, o ouro, a prata e os utensílios assim pesados, para levá-los a Jerusalém, à casa de nosso Deus. 31.Partimos do riacho de Aava no dia doze do primeiro mês, a fim de irmos para Jerusalém. A mão de nosso Deus nos protegia e nos salvava das mãos dos inimigos e de suas emboscadas durante o trajeto. 32.Chegados a Jerusalém, repousamos durante três dias. 33.Ao quarto dia, a prata, o ouro e os utensílios foram pesados na casa de nosso Deus e entregues a Meremot, filho de Urias, o sacerdote. Ele tinha consigo Eleazar, filho de Fineias, e com eles os levitas Jozabad, filho de Josué, e Noadaías, filho de Benui. 34.Tudo foi contado e pesado. E, ao mesmo tempo, o peso total foi consignado por escrito. 35.Os exilados que voltavam do exílio, homens nascidos no cativeiro, ofereceram em holocausto ao Deus de Israel doze touros por todo o Is­­rael, noventa e seis carneiros, setenta e sete cordeiros e doze bodes pelos pecados, tudo em holocausto ao Senhor. 36.Entregaram o decreto do rei aos sátrapas do rei e aos governadores de além do rio. Estes deram seu apoio ao povo e à casa de Deus’.”

Os casamentos mistos

9.   1.Após todos esses acontecimentos, os chefes aproximaram-se de mim e disseram-me: “O povo de Israel, os sacerdotes e os levitas não se conservaram afastados dos habitantes desta terra. Imitaram as abominações dos cananeus, dos hiteus, dos ferezeus, dos jebuseus, dos amonitas, dos moabitas, dos egípcios e dos amorreus. 2.Tomaram, entre as filhas deles, mulheres para si e para seus filhos. Assim, a raça santa misturou-se com a dos habitantes dessas terras. Os chefes e os magistrados foram os primeiros a dar a mão a essa transgressão”. 3.Ouvindo essas palavras, rasguei minha túnica e a capa, arranquei os cabelos da cabeça e da barba e me sentei consternado. 4.Ao redor de mim reuniram-se todos aqueles que temiam as palavras do Deus de Israel, por causa da transgressão dos filhos do cativeiro. Quanto a mim, fiquei sentado e angustiado até o sacrifício da tarde. 5.Na hora da oblação da tarde, levantei-me de minha aflição com minhas vestes e meu manto rasgados; então, caindo de joelhos, estendi as mãos ao Senhor, meu Deus, 6.e disse: “Meu Deus, estou coberto de vergonha e de confusão para levantar minha face para vós, meu Deus; porque as nossas iniquidades acumularam-se sobre nossas cabeças e nosso pecado chegou até o céu. 7.Desde o tempo de nossos pais até o dia de hoje, temos sido gravemente culpados. Por causa de nossas iniquidades, fomos escravizados, nós, nossos reis e nossos filhos; fomos entregues à mercê dos reis de outras terras, à espada, ao cativeiro, à pilhagem e à vergonha que nos cobre ainda hoje. 8.Entretanto, o Senhor, nosso Deus, testemunhou-nos por um momento a sua misericórdia, permitindo que subsistisse um resto dentre nós e concedeu-nos um abrigo em seu lugar santo. Nosso Deus quis assim fazer brilhar aos nossos olhos a sua luz e nos dar um pouco de vida no meio de nossa servidão.* 9.Sim, somos escravos; mas nosso Deus não nos abandonou em nosso cativeiro. Ele nos concedeu a benevolência dos reis da Pérsia, dando-nos vida bastante para reconstruir a morada de nosso Deus, reerguer as ruínas; e também nos concedeu um abrigo seguro em Judá e em Jerusalém. 10.Agora, ó Deus nosso, que mais poderemos dizer depois de tudo isso? 11.Abandonamos os mandamentos que vós nos destes por meio de vossos servos, os profetas, que diziam: ‘A terra em que ides entrar para dominar como possessão vossa é uma terra de impureza, contaminada pelas imundícies dos povos dessas regiões, pelas abominações e impurezas com que a encheram de uma extremidade à outra. 12.Não deis, pois, vossas filhas a seus filhos nem tomeis as suas filhas para vossos filhos. Não vos preocupeis com sua prosperidade e seu bem-estar, para que vos torneis fortes e comais os bons produtos dessa terra, a qual transmitireis para sem­pre como herança aos vossos filhos’. 13.Depois de tudo o que nos aconteceu por causa de nossas más ações e nossa grande culpabilidade, vós nos conservastes, ó nosso Deus, mais do que mereciam as nossas iniquidades e deixastes subsistir um resto dentre nós. 14.Poderíamos recomeçar a violar vossas leis, aliando-nos a esses povos abomináveis? Não vos irritaríeis contra nós, até nos exterminar, sem deixar um sobrevivente que pudesse escapar? 15.Senhor, Deus de Israel, vós sois justo, porque presentemente nada mais somos que um resto de sobreviventes. Eis-nos aqui diante de vós com nossa falta, porque não poderíamos subsistir em vossa presença depois do pecado”.

10.   1.Enquanto Esdras, prostrado diante da casa de Deus, fazia chorando esta prece e esta confissão, foi se reunindo em torno dele uma multidão numerosa de israelitas. Eram homens, mulheres e crianças, todos chorando. 2.Então, Sequenias, filho de Jaiel, dos filhos de Elam, tomou a palavra e disse a Esdras: “Nós pecamos contra o nosso Deus, tomando por mulheres as estrangeiras pertencentes ao povo da terra. Entretanto, resta ainda uma esperança para Israel. 3.Façamos, agora, uma aliança com nosso Deus: proponhamo-nos a mandar de volta todas essas mulheres e seus filhos, de conformidade com o teu conselho e o daqueles que têm respeito pelos mandamentos de nosso Deus. E que seja feito segundo manda a Lei. 4.Levanta-te, pois, para regulamentar este trabalho. Estaremos contigo. Coragem e mãos à obra!”. 5.Então, Esdras levantou-se e fez com que os chefes dos sacerdotes, dos levitas e de todo o Israel jurassem que agiriam como acabava de ser dito. E todos juraram. 6.Depois, deixando a casa de Deus, foi ao quarto de Joanã, filho de Eliasib. Tendo entrado ali, permaneceu sem comer nem beber, porque chorava o pecado dos filhos do cativeiro. 7.Publicou-se então em Judá e em Jerusalém que todos os filhos do cativeiro viessem reunir-se em Jerusalém. 8.Quem não comparecesse dentro de três dias, conforme as ordens dos anciãos e dos chefes, veria confiscados os seus bens e seria excluído da assembleia dos filhos do cativeiro. 9.Todos os homens de Judá e de Benja­mim reuniram-se em Jerusalém nos três dias. Era o vigésimo dia do nono mês. Todo o povo que se encontrava na praça do Templo de Deus tremia, não só pela gravidade da circunstância, mas também porque estava chovendo. 10.Esdras, o sacerdote, levantou-se e disse-lhes: “Vós pecastes tomando mulheres estrangeiras, agravando assim a culpa de Israel. 11.Agora, com­penetrai-vos de vossa falta diante do Senhor, o Deus de nossos pais, e fazei a sua vontade. Separai-vos dos povos desta terra e das mulheres estrangeiras”. 12.Toda a assembleia respondeu em alta voz: “Sim, devemos proceder como disseste. 13.Mas o povo é numeroso, é a estação das chuvas e não é, pois, possível ficar-se ao ar livre. Além disso, não é trabalho de um ou dois dias, porque cometemos uma grande transgressão nesse assunto. 14.Que nossos chefes fiquem aqui para representar a assembleia inteira e todos aqueles que, em nossas cidades, receberam em suas casas uma ou mais mulheres estrangeiras, se apresentem nas datas fixadas, com os anciãos de cada cidade e os seus juízes, até que consigamos apartar de nós o fogo da cólera de nosso Deus por causa dessa questão”. 15.Só Jônatas, filho de Asael, e Jaasías, filho de Tícua, se apresentaram para contradizer essa ordem, apoiados por Mesolam e Sebetai, o levita. 16.Os filhos do cativeiro, porém, conformaram-se. Esdras, o sacerdote e alguns homens, chefes de família segundo suas casas, todos designados por seus nomes, puseram-se de parte e, sentando-se, começaram a examinar a questão no primeiro dia do décimo, mês. 17.No primeiro dia do primeiro mês resolveram a questão dos homens que tinham desposado mulheres estrangeiras. 18.Entre os filhos dos sacerdotes, encontravam-se alguns que haviam desposado mulheres estrangeiras, a saber: filhos de Josué, filho de Josedec e de seus irmãos, entre os quais: Maasias, Eliezer, Jarib e Godolias. 19.Estes se comprometeram a repudiar suas mulheres e oferecer um carneiro pela expiação de sua falta. 20.Dos filhos de Emer: Hanani e Zabadias. 21.Dos filhos de Harim: Maasias, Elias, Semeías, Jaiel e Ozias. 22.Dos filhos de Fasur: Elioenai, Maa­sias, Ismael, Natanael, Jozabed e Elasa. 23.Entre os levitas: Jozabad, Semei, Celaías, chamado também Celita, Petaías, Judá e Eliezer. 24.Entre os cantores: Eliasib. Entre os porteiros: Selum, Telém e Uri. 25.Entre os israelitas: dos filhos de Faros: Remeías, Jezias, Melquias, Miamin, Eleazar, Melquias e Banaías. 26.Dos filhos de Elam: Matanias, Zacarias, Jaiel, Abdi, Jarmut e Elias. 27.Dos filhos de Zetua: Elioenai, Eliasib, Matanias, Jarmut, Zabad e Aziza. 28.Dos filhos de Bebai: Joanã, Hananias, Zabai, Atlai. 29.Dos filhos de Beguai: Mesolam, Meluc, Adaías, Jasub, Saal e Jerimot. 30.Dos filhos de Faat-Moab: Ednas, Calal, Banaías, Maasias, Matanias, Beseleel, Benui e Manassés. 31.Dos filhos de Harim: Eliezer, Jesias, Melquias, Semeías, 32.Simeão, Benjamim, Meluc, Semerias. 33.Dos filhos de Hasum: Matanai, Matatias, Zabad, Elifalet, Jermai, Manassés, Semei. 34.Dos filhos de Bani: Maadai, Amram, Joel, 35.Banaías, Badaías e Quelias, 36.Vanias, Meremot, Eliasib, 37.Matanias, Matanai, Jasi; 38.dos filhos de Benui: Semei, 39.Selemias, Natã e Adaías; 40.dos filhos de Zacai: Sisai, Sarai, 41.Azareel, Selemias, Semerias, 42.Selum, Amarias e José; 43.dos filhos de Nebo: Jeiel, Matatias, Zabad, Zabina, Jedu, Joel e Banaías. 44.Todos esses homens, que haviam desposado mulheres estrangeiras, despediram-nas com seus filhos.*

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