DESAFIO: "A BÍBLIA EM UM ANO"

Quadragésimo dia: A murmuração do povo e a serpente de bronze

O povo caminhando pelo deserto sentiu sede e murmurou, com a prescrição do Senhor Moisés bate com a vara em um rochedo de onde brotou água e povo saciou sua sede e também os animais. Por fim, vemos o episódio em que novamente, por conta da murmuração do povo, o Senhor envia serpentes que morderam e mataram a muitos, então após Moisés interceder pelo povo, o Senhor manda construir uma serpente de bronze e erguer sobre um poste, todo aquele fosse ferido e olhasse para a serpente de bronze conservava sua vida. Faça a leitura de preferencia em sua Bíblia dos  capítulos 19, 20 e 21 do livro do Números (Nm).

Números

A vaca vermelha

19.   1.O Senhor disse a Moisés e a Aarão: 2.“Eis a prescrição legal que o Senhor vos dá: Dize aos israelitas que te tragam uma vaca vermelha sem defeito, sem mancha e que não tenha ainda levado o jugo. 3.Entregareis ao sacerdote Elea­zar, o qual, levando-a para fora do acampamento, a imolará à vista de todos. 4.O sacerdote Eleazar tomará o sangue do animal com o dedo e fará com ele sete aspersões para o lado da entrada da tenda de reunião. 5.A vaca será em seguida queimada à vista de todos. Serão queimados o couro, a carne, o sangue e os excre­mentos. 6.O sacerdote tomará pau de cedro, hissopo e carmesim e os jogará na chama em que arde a vaca. 7.O sacerdote lavará suas vestes e a banhará em água. Depois disso, voltará ao acampamento e será impuro até a tarde. 8.Aquele que tiver queimado a vaca lavará suas vestes e se banhará em água, e será impuro até a tarde. 9.Um homem puro recolherá a cinza da vaca e a deporá em um lugar puro fora do acampamento, onde será guardada pela assembleia dos israelitas para a água lustral. Esse é um sacrifício pelo pecado.* 10.Aquele que tiver recolhido a cinza da vaca lavará suas vestes e será impuro até a tarde. Essa será uma lei perpétua para os israelitas e para o estrangeiro que habita no meio deles. 11.Quem tocar o cadáver de um homem qualquer será impuro sete dias. 12.Deverá purificar-se com essa água ao terceiro e ao sétimo dia, e ficará puro; mas se ele não se purificar ao terceiro e ao sétimo dia, não ficará puro. 13.Todo que tiver tocado o cadáver de um homem qualquer, e não se purificar, manchará a casa do Senhor. Essa pessoa será eliminada de Israel. Não tendo corrido sobre ela a água lustral, ficará impura, e sua impureza permanecerá sobre ela. 14.Esta é a lei: Tudo o que penetrar na tenda em que morrer um homem será impuro durante sete dias, e igualmente tudo o que ali se encontrar. 15.O vaso aberto, sem tampa, será também impuro. 16.Se alguém, em pleno campo, tocar em um homem morto pela espada, em um cadáver, em ossos humanos, ou em um sepulcro, será impuro durante sete dias. 17.Para quem se tiver assim manchado, se tomará da cinza da vítima queimada pelo pecado, e se despejará por cima dela, dentro de um vaso, água viva. 18.Em seguida, um homem puro, depois de ter molhado nela um hissopo, aspergirá com ele a tenda, todo o seu mobiliário, todas as pessoas que aí se encontram, bem como a pessoa que tocou nos ossos, ou no homem assassinado, ou no cadáver, ou no sepulcro. 19.O homem puro aspergirá o impuro ao terceiro e ao sétimo dia e o purificará no sétimo dia. Lavará as suas vestes e a si mes­mo, e à tarde será puro. 20.O homem impuro que não se purificar será eliminado da assembleia, porque ele mancha o santuário do Senhor. Não tendo corrido sobre ele a água lustral, ele permanece impuro. 21.Essa será para eles uma lei perpétua. Aquele que tiver feito a aspersão com a água lustral deverá lavar suas vestes. Todo o que tocar a água lustral será impuro até a tarde.* 22.Todo o que tocar o impuro será manchado, e a pessoa que o tocar ficará impura até a tarde”.

A águas de Meriba

20.   1.Toda a assembleia dos filhos de Israel chegou ao deserto de Sin no primeiro mês. O povo ficou em Cades; ali morreu Maria, que foi sepultada no mesmo lugar. 2.Como não houvesse água para a assembleia, o povo se ajuntou contra Moisés e Aarão, 3.procurou disputar com Moisés e gritou: “Oxalá tivéssemos perecido com nossos irmãos diante do Senhor! 4.Por que conduziste a assembleia do Senhor a este deserto, para nos deixar morrer aqui com os nossos rebanhos? 5.Por que nos fizeste sair do Egito e nos trouxeste a este péssimo lugar, em que não se pode semear, e onde não há figueira, nem vinha, nem romãzeira, e tampouco há água para beber?”. 6.Moisés e Aarão deixaram a assembleia e dirigiram-se à entrada da tenda de reunião, onde se prostraram com a face por terra. Apareceu-lhes a glória do Senhor, 7.e o Senhor disse a Moisés: 8.“Toma a tua vara e convoca a assembleia, tu e teu irmão Aarão. Ordenareis ao rochedo, diante de todos, que dê as suas águas; farás brotar a água do rochedo e darás de beber à assembleia e aos seus rebanhos”. 9.Tomou Moisés a vara que estava diante do Senhor, como ele lhe tinha ordenado. 10.Em seguida, tendo Moisés e Aarão convocado a assembleia diante do rochedo, disse-lhes Moisés: “Ouvi, rebeldes: Acaso faremos nós brotar água deste rochedo?”. 11.Moisés levantou a mão e feriu o rochedo com a sua vara duas vezes; as águas jorraram em abundância, de sorte que beberam, o povo e os animais. 12.Em seguida, disse o Senhor a Moi­sés e Aarão: “Porque faltastes à confiança em mim para fazer brilhar a minha santidade aos olhos dos israelitas, não introduzireis esta assembleia na terra que lhe destino”. 13.Estas são as águas de Meriba, onde os israelitas se queixaram do Senhor, e onde este fez resplandecer a sua santidade.*

Edom recusa passagem aos israelitas

14.De Cades, Moisés enviou mensageiros ao rei de Edom: “Eis – disseram-lhe eles – as palavras que te dirige o teu irmão Israel: Tu sabes todos os males que temos passado. 15.Nossos pais tinham descido ao Egito, onde habitamos durante muito tempo. Os egípcios, porém, nos maltrataram, a nós e a nossos pais. 16.Clamamos ao Senhor, ele nos ouviu, e mandou-nos um anjo que nos tirou do Egito. Eis-nos agora aqui em Cades, cidade situada nos confins de teu território.* 17.Deixa-nos passar pela tua terra. Não atravessaremos os campos, nem as vinhas e não beberemos a água dos poços; mas seguiremos a estrada real sem nos desviar­mos nem para a direita nem para a esquerda, até que tenhamos passado o teu território”. 18.Edom respondeu: “Tu não passarás pela minha terra; do contrário, sairei ao teu encontro com a espada na mão”. 19.Disseram-lhe os israelitas: “Tomaremos a estrada comum, e se bebermos de tua água, eu e os meus rebanhos, te pagarei o preço. Não há perigo algum; só queremos passar”. 20.Edom replicou: “Tu não passarás”. E veio em massa ao encontro deles com as armas na mão. 21.Recusando Edom a passagem através do seu território, Israel tomou outra direção.

Morte de Aarão

22.Partiram de Cades. Toda a assembleia dos israelitas chegou ao monte Hor. 23.Nesse lugar, que está nas fronteiras da terra de Edom, o Senhor disse a Moisés e a Aarão: 24.“Aarão vai ser reunido aos seus, porque ele não entrará na terra que destino aos filhos de Israel, visto terdes sido rebeldes à minha ordem nas águas de Meriba. 25.Toma Aarão e seu filho Eleazar, e leva-os ao monte Hor. 26.Despojarás Aarão de suas vestes e revestirás com elas o seu filho Eleazar. Aarão será reunido aos seus, e aí morrerá”. 27.Moisés fez como ordenou o Senhor: Subiram ao monte Hor à vista da assembleia. 28.Despojando Aarão de suas vestes, Moisés revestiu com elas Eleazar, filho do sacerdote. Aarão morreu ali, no cimo do monte. Moisés e Eleazar desceram de novo, 29.e toda a assembleia, ao saber da morte de Aarão, chorou-o durante trinta dias.

Tomada de Horma

21.   1.O rei cananeu Arad, que habitava no Negueb, soube que Israel avançava pelo caminho de Atarim; atacou-o e levou alguns deles prisioneiros. 2.Então Israel fez ao Senhor este voto: se me entregardes nas mãos esse povo, votarei as suas cidades ao interdito. 3.O Senhor ouviu os rogos de Israel e entregou-lhe os cananeus, que foram votados ao interdito juntamente com as suas cidades. Deu-se a esse lugar o nome de Horma.*

A serpente de bronze

4.Partiram do monte Hor em direção ao mar Vermelho, para contornar a terra de Edom. 5.Mas o povo perdeu a coragem no caminho, e começou a murmurar contra Deus e contra Moisés: “Por que – diziam eles – nos tirastes do Egito, para morrermos no deserto onde não há pão nem água? Estamos enjoados desse miserável alimento”. 6.Então o Senhor enviou contra o povo serpentes ardentes, que morderam e mataram muitos.* 7.O povo veio a Moisés e disse-lhe: “Pecamos, murmurando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós essas serpentes”. Moisés intercedeu pelo povo, 8.e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo”. 9.Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida.*

Diversas etapas e vitórias

10.Os filhos de Israel partiram e acam­param em Obot. 11.Deixaram Obot e acamparam em Jeabarim, no deserto que está defronte de Moab, ao oriente. 12.Dali foram para o vale de Zared. 13.Saindo de Zared, acamparam para além do Arnon, no deserto, nos limites do território dos amorreus. O Arnon, com efeito, serve de fronteira entre Moab e os amorreus. 14.É por isso que se diz no Livro das Guerras do Senhor: “Vaeb em Sufa, e as torrentes do Arnon,* 15.e o declive dos vales que se inclina para o sítio de Ar e se apoia na fronteira de Moab…”. 16.Partindo dali, ganharam Beer, que é o poço a respeito do qual o Senhor disse a Moisés: “Reúne o povo, para que eu lhe dê água”. 17.Então cantou Israel este cântico: 18.“Brota, ó poço! Cantai-lhe! Poço cavado pelos príncipes, aberto pelos nobres do povo com cetro e com bastões!”. 19.Do deserto foram a Matana; de Mata­na a Naaliel; de Naaliel a Bamot; 20.de Bamot ao vale que está nos campos de Moab, no cimo do Fasga, que domina o deserto.* 21.Israel mandou mensageiros a Seon, rei dos amorreus, para lhe dizer: 22.“Permite-nos passar pela tua terra. Não nos desviaremos nem para os campos, nem para as vinhas, e não beberemos a água dos poços; mas seguiremos a estrada real até que tenhamos atravessado tuas fronteiras”. 23.Seon, porém, não quis permitir que Israel passasse pelo seu território. Ao contrário, ajuntou suas tropas e partiu ao encontro de Israel no deserto. Veio a Jasa e combateu contra Israel. 24.Porém, Israel o feriu com o fio da espada e apoderou-se de toda a sua terra, desde o Arnon até o Jaboc, fronteira dos amonitas, porque essa fronteira era poderosa. 25.Israel tomou todas as cidades dos amorreus e estabeleceu-se em Hesebon e nas suas aldeias. 26.Hesebon era a cidade de Seon, rei dos amorreus, o qual tinha feito guerra ao rei precedente de Moab e tinha-lhe tomado toda a sua terra até o Arnon. 27.Por isso, os poetas dizem: “Vinde a Hesebon! Vai ser reconstruída, vai ser fortificada a cidade de Seon! 28.Porque um fogo saiu de Hesebon, uma chama, da cidade de Seon, e devorou Ar-Moab e os Baal das alturas do Arnon. 29.Ai de ti, Moab! Estás perdido, povo de Camos! Entregaram seus filhos fugitivos e suas filhas cativas a Seon, rei dos amorreus. 30.Nós os crivamos de flechas; Hesebon está destruída até Dibon. Devastamos até Nofe, incendiamos até Mádaba”.* 31.Israel estabeleceu-se na terra dos amorreus. 32.Moisés enviou exploradores a Jazer, e os israelitas tomaram-na junta­mente com suas aldeias, expulsando os amorreus que aí se encontravam. 33.Depois mudaram de direção e subiram pelo caminho de Basã. Og, rei de Basã, foi-lhes ao encontro com todo o seu povo, para combatê-los em Edrai. 34.“Não o temas – disse o Senhor a Moisés – porque vou entregá-lo em tuas mãos, ele, o seu exército e a sua terra. Farão o mesmo que fizeste com Seon, rei dos amorreus, que morava em Hesebon.” 35.Feriram-no, pois, ele, seus filhos e todo o seu povo, de sorte que não ficou um sequer, e se apoderaram de sua terra. 

plugins premium WordPress

Seus dados foram enviados com sucesso!

É uma grande alegria em tê-lo(a) conosco nesta obra de evangelização.

Seja muito bem vindo(a) à Comunidade de São Pio X.

Duvidas, fale conosco pelo e-mail voluntarios@piox.org.br ou no tel.: (83) 3341-7017

Olá, irmã(o). Em que posso lhe ajudar?