DESAFIO: "A BÍBLIA EM UM ANO"

Octogésimo sétimo dia: Castigos sobre as dez tribos de Israel

Na leitura destes próximos capítulos percebemos que as tribos do Norte gradativamente vão se distanciando do único e verdadeiro Deus (da casa de Davi presente nas tribos do Sul, por que Jerusalém fica voltada ao sul de todo o Israel) por causa dos seus cultos. Percebemos com isso, que os critérios para designar se os reis são bons ou maus é justamente o grande pecado da idolatria de colocar qualquer outra realidade qualquer outro deus no lugar do único e verdadeiro Deus. Podemos observar que a escritura sagrada vai falar que Davi e sempre era agradável ao Senhor, mesmo apesar dos seus pecados, porque Davi nunca cometeu pecado de idolatria, diferente de Salomão e seus sucessores. Decorrente dessa falta de zelo para com as coisas do Senhor, vemos que Jeroboão rei das Tribos do Norte constrói um altar em Betel para adorar, oferecer sacrifícios e holocaustos aos deuses, mesmo diante do pecado, Deus vai suscitando profetas que vão exortando o povo e os reis, os reis por sua vez muitas vezes vão negando, vão fazendo vista grossa, vemos assim a palavra dos Profetas que contém o oráculo do Senhor e isso acaba acarretando uma sequência de sentenças que o Senhor vai permitindo para este povo de Israel. Faça a leitura de preferencia em sua Bíblia dos  capítulos 13, 14, 15 e 16 do primeiro livro dos Reis (1Rs).

Primeiro Livro dos Reis

Profecias de Judá

13.   1.Ora, estando ele de pé diante do altar para queimar o incenso, eis que sobreveio um homem de Deus, vindo de Judá por ordem do Senhor. 2.Este se pôs a clamar contra o altar da parte do Senhor, nestes termos: “Altar! Altar! Eis o que diz o Senhor: Na casa de Davi nascerá um filho que se chamará Josias. Ele imolará sobre ti os sacerdotes dos lugares altos, que agora queimam ofertas sobre ti, e os ossos humanos serão queimados sobre ti”. 3.Ao mesmo tempo anunciou o homem de Deus um prodígio, dizendo: “Eis a prova de que é o Senhor quem fala: o altar vai se fender e a cinza que está por cima se derramará por terra”. 4.Ao ouvir a ameaça que o homem de Deus proferia contra o altar de Betel, o rei Jeroboão levantou a mão do altar e disse: “Prendei-o”. Secou-se-lhe, porém, a mão que estendera contra o homem, de modo que não a pôde trazer a si. 5.O altar fendeu-se e espalhou-se a cinza que estava sobre ele, assim como o dissera o homem de Deus por ordem do Senhor. 6.Então disse o rei ao homem de Deus: “Aplaca o Senhor, teu Deus, e roga por mim para que me seja restituída a mão”. O homem de Deus aplacou o Senhor e o rei pôde trazer de novo a si a mão, que se tornou tal como era antes. 7.O rei disse ao homem de Deus: “Vem comigo à minha casa para restaurar as tuas forças e te darei um presente”. 8.Mas o homem de Deus respondeu ao rei: “Ainda que me desses a metade de tua casa, eu não iria contigo. Não comerei pão, nem beberei água nesse lugar, 9.porque o Senhor me ordenou que não comesse pão, nem bebesse água e tampouco voltasse pelo mesmo caminho por onde vim”.* 10.Partiu, pois, de Betel por outro caminho e não tomou aquele por onde viera. 11.Ora, habitava em Betel um profeta já idoso, a quem seus filhos contaram tudo o que o homem de Deus fizera naquele dia em Betel e o que ele falara ao rei. O pai disse-lhes: “Por onde se foi ele?”. 12.Seus filhos mostraram-lhe o caminho que tomara o homem de Deus vindo de Judá, ao partir. 13.Ele disse aos seus filhos: “Selai o meu jumento”. Tendo-o eles selado, montou nele o profeta, 14.e partiu em busca do homem de Deus. Encontrou-o sentado ao pé de um terebinto e disse-lhe: “És tu o homem de Deus que veio de Judá?”. 15.“Sim” – respondeu ele. O velho profeta continuou: “Vem comigo para comeres em minha casa”. 16.“Não posso voltar – respondeu ele – nem ir contigo à tua casa. Não comerei pão, nem beberei água contigo nesse lugar, 17.porque recebi do Senhor a ordem de não comer pão, nem beber água, nem tampouco voltar pelo mesmo caminho por onde vim.” 18.“Mas eu sou também profeta como tu, insistiu o outro. Ora, um anjo me falou da parte do Senhor: ‘Leva-o contigo à tua casa e dá-lhe de comer e de beber’.” Era mentira. 19.O homem de Deus voltou com ele e comeu em sua casa. 20.Enquanto estavam à mesa, o Senhor falou ao profeta que o tinha feito voltar, 21.e este interpelou o homem de Deus, vindo de Judá, nestes termos: “Eis o que diz o Senhor: Desobedeceste à palavra do Senhor e não cumpriste a ordem que o Senhor, teu Deus, te havia dado: 22.voltaste e comeste em um lugar do qual Deus te dissera: Não comerás pão ali, nem beberás água. Por isso, teu cadáver não será levado ao sepulcro de teus pais”. 23.Depois de ter comido, o velho profeta mandou selar um jumento para o seu hóspede e este partiu. 24.Enquanto caminhava, o homem de Deus encontrou no caminho um leão, que o matou. Seu cadáver ficou estendido na estrada, tendo ao seu lado o jumento e o leão. 25.Alguns que passavam por ali, vendo o cadáver estendido por terra e junto dele o leão, foram e divulgaram a notícia na cidade onde morava aquele velho profeta. 26.Ouvindo isso, o velho profeta, que tinha levado à sua casa o homem de Deus, exclamou: “É o homem de Deus que foi desobediente à ordem do Senhor; e o Senhor o entregou a um leão que o despedaçou e matou, conforme a palavra que o Senhor lhe tenha dirigido”. 27.E disse em seguida aos seus filhos: “Selai o meu jumento”. Eles selaram o animal. 28.O profeta partiu e encontrou o cadáver estendido no caminho, tendo ao seu lado o jumento e o leão. O leão não tinha devorado o cadáver, nem dilacerado o jumento. 29.Tomou então o profeta o cadáver do homem de Deus, colocou-o em cima do seu jumento e levou-o para a cidade, a fim de pranteá-lo e dar-lhe sepultura. 30.Depositou-o em seu próprio túmulo e pranteou-o, dizendo: “Ai, meu irmão!”. 31.Depois do enterro, disse o ancião aos seus filhos: “Quando eu morrer, sepultai-me no túmulo onde repousa o homem de Deus. Depositareis os meus ossos junto dos seus. 32.Porque se cumprirá a ameaça que ele fez da parte do Senhor contra o altar de Betel e contra todos os templos dos lugares altos das cidades da Samaria”. 33.Depois dessas coisas, Jeroboão não se converteu de sua péssima vida, mas continuou a tomar homens do meio do povo e constituí-los sacerdotes dos lugares altos. A todo aquele que desejasse, investia no cargo sacerdotal e o estabelecia nos lugares altos. 34.Esse procedimento tornou-se para a casa de Jeroboão uma ocasião de pecado, que causou a sua perda e o seu extermínio da face da terra.

Profecia contra Jeroboão

14.   1.Por aquele tempo, Abias, filho de Jeroboão, caiu doente. Jeroboão disse à sua mulher: 2.“Disfarça-te, para que não saibam que és minha mulher. Vai a Silo, onde está o profeta Aías. É ele que me predisse que eu reinaria sobre este povo. 3.Toma contigo dez pães, bolos e um pote de mel e vai procurá-lo. Ele te dirá o que vai acontecer com o menino”. 4.Assim fez a mulher de Jeroboão: pôs-se a caminho de Silo e foi à casa de Aías. Este já não podia ver, porque a velhice lhe tinha obscurecido os olhos. 5.Mas o Senhor disse-lhe: “Eis que aí vem a mulher de Jeroboão para consultar-te a respeito de seu filho doente. Tu lhe falarás assim e assim. Ao chegar, ela se fará passar por outra”. 6.Ouvindo o ruído dos seus passos, ao entrar pela porta, Aías disse-lhe: “Entra, mulher de Jeroboão! Por que te queres fazer passar por outra? Tenho uma triste mensagem para ti. 7.Vai e dize a Jeroboão: Eis o que diz o Senhor, Deus de lsrael: Elevei-te do meio do povo para fazer de ti o príncipe de meu povo de Israel. 8.Dividi o reino da casa de Davi para dar-te uma parte. Tu, porém, não seguiste o exemplo de meu servo Davi, que guardava os meus mandamentos e me seguia de todo o seu coração, fazendo sempre o que me era agradável. 9.Fizeste maiores males que todos os que te precederam e chegaste até a fazer para ti deuses estranhos e figuras fundidas, provocando a minha ira; lançaste-me para trás das costas! 10.Por isso, farei vir males maiores sobre a casa de Jeroboão; exterminarei de Israel toda a sua família, até o último dos varões, escravo ou livre; varrerei a casa de Jeroboão como se varre o lixo, até que não fique mais nada. 11.Todo membro da casa de Jeroboão que morrer na cidade será devorado pelos cães; e os que morrerem no campo serão comidos pelas aves do céu. É o Senhor quem o diz. 12.Volta, pois, para a tua casa. Logo que puseres os pés na cidade, o menino morrerá. 13.Todo o Israel o chorará e o sepultará, porque este será o único da família de Jero­boão que terá uma sepultura, visto ter sido o único desta família em quem o Senhor, Deus de Israel, encontrou algo de bom. 14.O Senhor suscitará em Israel um rei que exterminará a casa de Jeroboão. Mas que digo? Isso já acontece! 15.O Senhor vai ferir Israel. Como o caniço é levado pelas águas, assim o Senhor os tirará dessa boa terra que ele deu aos seus pais e os dispersará para além do Eufrates, porque fabricaram para si ídolos que provocam a cólera do Senhor. 16.O Senhor aban­donará Israel por causa dos pecados de Jeroboão, que pecou e arrastou também Israel ao seu pecado”. 17.A mulher de Jeroboão levantou-se e partiu. Ao entrar em Tersa, no momento em que entrava pela porta da casa, o menino morreu. 18.Sepultaram-no e todo o Israel o pranteou, assim como o Senhor o predisse pelo seu servo, o profeta Aías. 19.O resto das ações de Jeroboão, a história de suas campanhas e de seu governo, tudo isso está consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel.* 20.O seu reinado durou vinte e dois anos. Depois disso, adormeceu com seus pais e seu filho Nadab sucedeu-lhe no trono.

Reinado de Roboão de Judá (930-913)

21.Roboão, filho de Salomão, reinou sobre Judá. Tinha quarenta e um anos quando começou a reinar e reinou dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor escolheu entre todas as tribos de Israel para ali estabelecer o seu nome. Sua mãe chamava-se Naama, a amonita. 22.O povo de Judá fez o mal diante do Senhor e com os seus pecados excitaram-lhe o zelo mais do que tinham feito os seus pais. 23.Edificaram para si lugares altos, estelas e ídolos asserás sobre todas as colinas e debaixo de tudo que fosse árvore verde. 24.Até prostitutas sagradas houve na terra. Imitaram todas as abominações dos povos que o Senhor tinha expulsado de diante dos israelitas. 25.No quinto ano do reinado de Roboão, Sesac, rei do Egito, atacou Jerusalém 26.e tomou os tesouros do Templo do Senhor, os do palácio real, roubou tudo, até mesmo os escudos de ouro que Salomão tinha mandado fazer. 27.Em sua substituição, o rei Roboão mandou fazer escudos de bronze e os entregou aos chefes da guarda da porta do palácio real.* 28.Cada vez que o rei se dirigia ao Templo do Senhor, os guardas levavam esses escudos; depois tornavam a colocá-los no corpo da guarda. 29.O restante da história de Roboão e seus atos, tudo está consignado no Livro das Crônicas dos reis de Judá. 30.Jeroboão e Roboão estiveram o tempo todo em guerra. 31.Roboão adormeceu com os seus pais e foi sepultado com eles na Cidade de Davi. Sua mãe chamava-se Naama, a amonita. Seu filho Abião sucedeu-lhe no trono.

Abião, rei de Judá (913-911)

15.   1.No décimo oitavo ano do reinado de Jeroboão, filho de Nabat, Abião tornou-se rei de Judá. 2.Reinou três anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Maaca, filha de Absalão.* 3.Abião entregou-se a todos os pecados que seu pai tinha cometido antes dele. Seu coração não era inteiramente fiel ao Senhor, como o de seu pai Davi. 4.Todavia, o Senhor, seu Deus, em atenção a Davi, conservou-lhe uma lâmpada em Jerusalém: deu-lhe um filho que lhe sucedeu e deixou subsistir Jerusalém.* 5.Porque Davi tinha feito o que era reto aos olhos do Senhor e não se tinha jamais desviado em toda a sua vida de um só dos mandamentos que recebera, exceto o que se passou com Urias, o hiteu. 6.Houve hostilidades contínuas entre Roboão e Jeroboão durante todo o tempo de suas vidas. 7.O restante da história de Abião e seus atos, tudo se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Judá. Abião e Jero­boão guerrearam também entre si. 8.Depois disso, Abião adormeceu com seus pais e foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Asa sucedeu-lhe no trono.

Asa, rei de Judá (911-870)

9.No vigésimo ano de Jeroboão, rei de Israel, Asa tornou-se rei de Judá e reinou quarenta e um anos em Jerusalém. 10.Sua mãe chamava-se Maaca, filha de Absalão. 11.Asa fez o que é reto aos olhos do Senhor, como Davi, seu pai. 12.Expulsou da terra as prostitutas sagradas e acabou com todos os ídolos que seus pais tinham feito. 13.Além disso, destituiu da dignidade de rainha sua própria mãe Maaca, por ter feito essa vergonha para asserá. Asa despedaçou esse ídolo e queimou-o no vale de Cedron. 14.Embora não tenham desaparecido os lugares altos, o coração de Asa foi inteiramente devotado ao Senhor durante toda a sua vida. 15.Pôs no Templo do Senhor todos os objetos consagrados por seu pai e por ele mesmo, a saber: prata, ouro e utensílios. 16.Houve guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, durante todo o tempo que viveram. 17.Baasa, rei de Israel, atacou Judá e fortificou Ramá, a fim de bloquear todas as suas comunicações com Asa, rei de Judá. 18.Asa, porém, tomando toda a prata e o ouro que restavam nas reservas do Templo do Senhor e do palácio real, os entregou nas mãos de seus servos que enviou a Ben-Adad, filho de Tabremon, filho de Hezion, rei da Síria, que residia em Damasco. Asa enviou-lhe a seguinte mensagem: 19.“Façamos aliança, assim como foram aliados o teu pai e o meu. Mando-te um presente de prata e ouro. Peço-te que rompas tua aliança com Baasa, rei de Israel, para que ele cesse de me importunar”. 20.Ben-Adad acedeu ao desejo do rei Asa; mandou seus generais contra as cidades de Israel e devastou Aion, Dã, Abel, Bet-Maaca, todo o Genesaré com a terra de Neftali. 21.Ao saber disso, Baasa abandonou a fortificação de Ramá e retirou-se para Tersa. 22.Então o rei Asa convocou toda a tribo de Judá, sem exceção, para tirar as pedras e a madeira de que Baasa se tinha servido para as fortificações de Ramá. Com esse material, Asa fortificou Gabaá de Benjamim e Masfa. 23.O restante da história de Asa, seus grandes feitos, seus atos e as cidades que construiu, tudo isso se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Judá. Com a velhice sobreveio-lhe a gota nos pés. 24.Adormeceu com seus pais e foi sepultado com eles na Cidade de Davi, seu pai. Seu filho Josafá sucedeu-lhe no trono.

Nadab, rei de Israel (910-908)

25.No segundo ano de Asa, rei de Judá, Nadab, filho de Jeroboão, tornou-se rei de Israel. Reinou dois anos em Israel. 26.Ele fez o mal aos olhos do Senhor, imitou o seu pai, entregando-se ao pecado ao qual Jeroboão havia arrastado Israel. 27.Baasa, filho de Aías, da casa de Issacar, conspirou contra ele e assassinou-o diante de Gebeton dos filisteus, no tempo em que Nadab e todo o Israel sitiavam essa cidade. 28.Baasa, no terceiro ano de Asa, rei de Judá, cometeu esse crime e sucedeu-lhe no trono. 29.Logo que subiu ao trono, exterminou toda a casa de Jeroboão, não deixando alma viva. Exterminou-os completamente, como havia predito o Senhor pelo seu servo Aías de Silo, 30.por causa dos pecados que Jeroboão cometeu e levou Israel a cometer, provocando assim a cólera do Senhor, Deus de Israel. 31.O restante da história de Nadab e suas ações, tudo está consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel. 32.Houve guerra contínua entre Asa e Baasa, rei de Israel.

Baasa, rei de Israel (908-885)

33.No terceiro ano de Asa, rei de Judá, Baasa, filho de Aías, tornou-se rei de Israel. Residia em Tersa e reinou vinte e quatro anos. 34.Baasa fez o mal diante do Senhor. Andou no caminho de Jeroboão e entregou-se ao pecado ao qual Jeroboão arrastara Israel.

16.   1.A palavra do Senhor foi dirigida a Jeú, filho de Hanani, contra Baa­sa, nestes termos: 2.“Levantei-te do pó e estabeleci-te príncipe do meu povo de Israel. Tu, porém, andaste pelo caminho de Jeroboão e levaste meu povo de Israel a cometer pecados que excitam a minha cólera. 3.Por isso, vou varrer Baasa e sua casa e farei da sua casa o que fiz da casa de Jeroboão, filho de Nabat. 4.Todo membro da família de Baasa que morrer na cidade será comido pelos cães; o que morrer no campo, será comido pelas aves do céu”. 5.O restante da história de Baasa, suas ações e seus grandes feitos, tudo isso se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel. 6.Baasa adormeceu com seus pais e foi enterrado em Tersa. Seu filho Ela sucedeu-lhe no trono. 7.O oráculo do Senhor, transmitido pelo profeta Jeú, filho de Hanani, fora pronunciado contra Baasa e sua casa, não só por causa de todo o mal que ele tinha feito aos olhos do Senhor, irritando-o com o seu proceder e imitando a casa de Jero­boão, mas também porque Baasa tinha destruído essa casa.

Ela, rei de Israel (885-884)

8.No vigésimo sexto ano de Asa, rei de Judá, Ela, filho de Baasa, tornou-se rei de Israel. Residia em Tersa e reinou dois anos. 9.Seu servo Zambri, que comandava a metade de sua cavalaria, conspirou contra ele. Numa ocasião em que ele bebia e se embriagava em Tersa, na casa de Arsa, intendente de seu palácio nessa cidade, 10.entrou Zambri e o assassinou, sucedendo-lhe no trono, no vigésimo sétimo ano de Asa, rei de Judá. 11.Logo que ficou rei e sentou-se no trono, mandou exterminar toda a casa de Baasa, não deixando vivo nenhum filho varão, nenhum parente, nenhum amigo. 12.Desse modo, exterminou toda a casa de Baasa, assim como o Senhor o predissera contra Baasa pela boca do profeta Jeú. 13.Tal foi o castigo de todos os pecados que Baasa e seu filho Ela tinham cometido e levado Israel a cometer, provocando com o culto dos ídolos a cólera do Senhor, Deus de Israel. 14.O restante da história de Ela e suas ações, tudo está consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel.

Zambri, rei de Israel (884)

15.No vigésimo sétimo ano de Asa, rei de Judá, Zambri reinou em Tersa durante sete dias. O exército sitiava Gebeton dos filis­teus. 16.Quando o exército, que estava acampado ali, ouviu dizer que Zambri tinha conspirado contra o rei e o assassinara, todo o Israel constituiu imediatamente como seu rei o general Amri. 17.Este partiu de Gebeton com todo o Israel e veio sitiar Tersa. 18.Zambri, vendo a cidade tomada, retirou-se para o fortim do palácio real e incendiou o palácio. Morreu assim 19.pelos pecados que tinha cometido, fazendo o mal aos olhos do Senhor, imitando o proceder de Jeroboão e entregando-se ao pecado ao qual Jero­boão arrastara Israel. 20.O restante da história de Zambri e sua conjuração, tudo está consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel. 21.Então se dividiu o povo de Israel em duas facções: metade era por Tebni, filho de Ginet e queria fazê-lo rei e metade por Amri. 22.O partido de Amri prevaleceu contra o de Tebni, filho de Ginet. Tebni morreu e reinou Amri.

Amri, rei de Israel (884-873)

23.No trigésimo primeiro ano de Asa, rei de Judá, Amri tornou-se rei de Israel e reinou durante doze anos. Depois de ter reinado seis anos em Tersa, 24.comprou de Semer o monte de Samaria por duzentos talentos de prata. Construiu uma cidade nesse monte e chamou-a Samaria, do nome de Semer, a quem pertencera o monte. 25.Amri fez o mal aos olhos do Senhor, mais ainda que todos os seus predecessores. 26.Andou por todo o caminho de Jeroboão, filho de Nabat e nos pecados com que este fizera pecar Israel, provocando com seus ídolos a cólera do Senhor, Deus de Israel. 27.O restante da história de Amri, suas ações e seus grandes feitos, tudo isso se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel. 28.Amri adormeceu com seus pais e foi sepultado em Samaria. Seu filho Acab sucedeu-lhe no trono.

Acab, rei de Israel (873-853)

29.No trigésimo oitavo ano de Asa, rei de Judá, Acab, filho de Amri, tornou-se rei de Israel e reinou vinte e dois anos sobre Israel em Samaria. 30.Acab, filho de Amri, fez o mal aos olhos do Senhor e mais ainda que todos os seus predecessores. 31.Como se lhe não bastasse o andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nabat, desposou ainda Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios e chegou até a render culto a Baal, prostrando-se diante dele. 32.Erigiu um altar a Baal no templo que lhe edificou em Samaria. 33.Acab fez também a asserá, irritando assim o Senhor, Deus de Israel, mais ainda que todos os seus predecessores no trono de Israel.* 34.No tempo de Acab, Hiel de Betel reconstruiu Jericó. Lançou-lhe os alicerces ao preço de Abirão, seu primogênito e pôs-lhe as portas ao preço de Segub, seu último filho, assim como o Senhor o predissera pela boca de Josué, filho de Nun.

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