DESAFIO: "A BÍBLIA EM UM ANO"

Centésimo décimo segundo dia: O poderio militar em Judá

Nós vimos na leitura de ontem que o rei Joás foi assassinado e Amasias o seu filho vai lhe suceder no trono de Judá e uma das primeiras atitudes que ele vai fazer é mandar matar os assassinos do seu pai, e embora ele tenha sido considerado um rei bom aos olhos do Senhor porque fez o bem, mas ainda lhe faltou devoção, ele fez o bem, mas não fez com devoção, não fez com reta prontidão, mesmo assim ele evita matar os filhos os assassinos do seu pai, pois está escrito na lei de Moisés onde o Senhor ordena os pais não serão mortos por seus filhos, nem os filhos por seus pais, pois cada um morrerá por seu próprio pecado. Amasias vai ser sucedido por seu filho Ozias que realiza um governo promissor estabelecendo um desenvolvimento agrícola, um progresso até tecnológico de alguma forma para a realidade daquela época e estabelecendo também um componente de uma defesa militar mais bem aparelhado, no entanto o rei Ozias vai apresentar também as suas falhas e seus defeitos. E ele acaba adquirindo uma lepra que o acompanhou até a morte. E para finalizarmos vamos também tratar a respeito da sucessão de Ozias, que será sucedido pelo Joatão seu filho e ele também fez o que é agradável a Deus, mas ainda assim não bastava só isso, é necessário de fato testemunhar, é necessário de fato mostrar a sua devoção efetivamente ao Senhor dar esse testemunho, ele não fez isso, com isso o povo continua a se corromper, tornou-se poderoso porque caminhava com firmeza na presença de Deus, quando você realmente vai trabalhar no coração essa realidade de buscar o Senhor. Faça a leitura de preferencia em sua Bíblia dos  capítulos 25, 26 e 27 do segundo livro das Crônicas (2Cr).

Segundo Livro das Crônicas

Reinado de Amasias (796-767)

25.   1.Amasias tinha vinte e cinco anos quando começou a reinar. Reinou durante vinte e nove anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Joaden e era de Jerusalém. 2.Fez o bem aos olhos do Senhor, mas não com um coração inteiramente devotado. 3.Desde que se sentiu seguro de seu poder real, mandou matar aqueles servos que tinham assassinado o rei, seu pai. 4.Mas não mandou matar os filhos deles, conforme o que está escrito na Lei de Moisés, onde o Senhor ordena: Os pais não serão mortos por seus filhos, nem os filhos por seus pais, pois cada um morrerá por seu próprio pecado.* 5.Amasias reuniu os homens de Judá e os dividiu por famílias, com os chefes de milhares e os chefes de centenas, para todo o Judá e para todo o Benjamim. Fez o recenseamento deles a partir da idade de vinte anos para cima e encontrou trezentos mil homens escolhidos, aptos para o serviço e capazes de carregar lança e escudo. 6.Em seguida, recrutou a seu soldo, por cem talentos de prata, cem mil valentes guerreiros de Israel. 7.Mas um homem de Deus veio-lhe ao encontro e disse-lhe: “Ó rei, não é preciso que o exército de Israel te acompanhe, porque o Senhor não está com Israel nem com esses filhos de Efraim. 8.Vai sozinho, age e sê valente no combate. De outra forma, Deus te deixará cair diante do inimigo, pois ele tem o poder de socorrer ou de abater”. 9.Disse Amasias ao homem de Deus: “Mas que farei então com respeito aos cem talentos que dei às tropas israelitas?”. “O Senhor – respondeu o homem de Deus – tem para dar-te mais do que isso.” 10.Amasias licenciou, pois e enviou de volta para sua terra a tropa de efraimitas que tinha vindo a ele. Mas apoderou-se deles uma viva irritação contra Judá e eles retornaram furiosos para suas casas. 11.Amasias, cheio de confiança, foi com seu exército para o Vale do Sal, onde matou dez mil seiritas. 12.Os filhos de Judá tinham capturado dez mil homens vivos; conduziram-nos ao alto de um rochedo, de onde os precipitaram e todos ficaram despedaçados. 13.Entretanto, os homens da tropa que Amasias tinha licenciado, não os deixando ir para a guerra com ele, saquearam as cidades de Judá desde Samaria até Bet-Horon. Mataram três mil homens e levaram um considerável despojo. 14.Tendo voltado para casa, depois da derrota dos edomitas, Amasias, que tinha trazido os deuses dos seiritas, fez deles seus próprios deuses. Prostrou-se diante deles, queimou-lhes incenso. 15.Inflamou-se, por isso, a ira do Senhor contra Amasias, e o Senhor enviou-lhe um profeta que lhe disse: “Por que foste procurar esses deuses estranhos que não foram capazes de salvar seu povo de tua mão?”. 16.Enquanto lhe falava o profeta, Amasias lhe disse: “Foste tu nomeado conselheiro do rei? Vai-te embora, se não queres que eu te mate!”. O profeta retirou-se, dizendo: “Sei que Deus decretou tua perda, porque te portaste mal e não queres ouvir minha advertência”. 17.Houve um conselho, depois do qual Amasias mandou dizer a Joás, filho de Joacaz, filho de Jeú, rei de Israel: “Vem, para que nos vejamos face a face”. Joás, rei de Israel, mandou responder a Amasias, rei de Judá: 18.“O espinho do Líbano mandou dizer ao cedro do Líbano: ‘Dá tua filha por esposa ao meu filho’. Mas os animais selvagens do Líbano passaram e pisaram o espinho. 19.Dizes que derrotaste os edomitas e teu coração se enche de orgulho. Vamos! Fica em casa. Por que correres tu à frente do perigo, arriscando-te a uma empresa que te perderá a ti e a Judá contigo?”. 20.Mas Amasias nada quis ouvir. Era o efeito de uma disposição divina, a fim de que fossem entregues a seus inimigos, eles que tinham adorado os deuses de Edom. 21.Joás, rei de Israel, pôs-se a caminho; encontraram-se ele e Amasias, rei de Judá, em Bet-Sames, que está em Judá. 22.Os de Judá foram vencidos por Israel e cada um fugiu para sua tenda. 23.Joás, rei de Israel, aprisionou, em Bet-Sames, Amasias, rei de Judá, filho de Joás, filho de Ocozias. Mandou-o para Jerusalém e abriu na muralha uma brecha de quatrocentos côvados, desde a porta de Efraim até a porta do ângulo. 24.Apoderou-se de todo o ouro e prata, assim como dos utensílios que se encontravam no templo, em casa de Obed-Edom e nos tesouros do palácio real; e retornou a Samaria, levando reféns. 25.Amasias, filho de Joás, rei de Judá, viveu ainda quinze anos depois da morte de Joás, filho de Joacaz, rei de Israel. 26.O restante dos atos de Amasias, dos primeiros aos últimos, está relatado no Livro dos Reis de Judá e de Israel. 27.Depois que Amasias se desviou do Senhor, tramou-se contra ele em Jerusalém uma conspiração e ele fugiu para Laquis. Perseguiram-no, porém, até lá e o mataram. 28.Transportaram-lhe o corpo em cima de cavalos e o sepultaram com seus pais na cidade de Judá.

Reinado de Ozias (767-739)

26.   1.Todo o povo de Judá tomou por rei Ozias, então com a idade de dezesseis anos e o entronizou em lugar de seu pai Amasias.* 2.Foi ele quem reedificou Elat e fez voltar essa cidade ao domínio de Judá, depois que o rei adormeceu com seus pais. 3.Tinha Ozias a idade de dezesseis anos quando começou a reinar e reinou cinquenta e dois anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Jequelias e era de Jerusalém. 4.Fez o bem aos olhos do Senhor, como tinha feito seu pai Amasias. 5.Aplicou-se a honrar a Deus durante a vida de Zacarias, que o instruiu no temor de Deus. Enquanto honrou ao Senhor Deus o fez prosperar. 6.Fez uma expedição contra os filisteus. Derrubou a muralha de Gat, de Jabne e de Azoto. Construiu cidades no território de Azoto e na terra dos filisteus. 7.Deus o ajudou contra os filisteus, contra os árabes de Gur-Baal, e contra os maonitas. 8.Os amonitas lhe pagaram tributo e sua fama se fortificou de tal modo que se estendeu até os confins do Egito. 9.Levantou torres fortificadas em Jerusalém, na porta do ângulo, na porta do vale e no ângulo. 10.Construiu também torres no deserto, onde cavou numerosos poços, pois possuía ali numerosos rebanhos, tanto na planície como no planalto. Tinha lavradores e vinhateiros nas montanhas e nos pomares, porque se interessava pela agricultura. 11.Ozias tinha um exército de guerreiros que saíam por turmas ao combate, contados segundo o recenseamento deles, feito pelo escriba Jeiel e o comissário Maasias, sob a direção de Hananias, um dos generais do rei. 12.O número total dos chefes de família, guerreiros valentes, era de dois mil e seiscentos. 13.O exército que comandavam era de trezentos e sete mil e quinhentos homens, que faziam a guerra com valor suficiente para ajudar o rei contra o inimigo. 14.A todo esse exército Ozias fornecia escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e pedras de funda. 15.Mandou construir em Jerusalém, pelos cuidados de um engenheiro, máquinas para serem colocadas nas torres e nos ângulos das muralhas, que atiravam flechas e grandes pedras. Sua fama se estendeu ao longe, pois Deus fez maravilhas para ajudá-lo a adquirir um grande poder. 16.Mas, apenas sentiu-se ele poderoso, seu coração encheu-se de orgulho, para sua desgraça. Cometeu uma falta contra o Senhor, seu Deus, entrando no Templo do Senhor para queimar incenso no altar dos perfumes. 17.O sacerdote Azarias com oitenta corajosos sacerdotes do Senhor, foram atrás. 18.Resistiram ao rei Ozias e lhe disseram: “Não compete a ti, Ozias, queimar incenso ao Senhor, mas aos sacerdotes da estirpe de Aarão, que foram consagrados para esse fim. Sai do santuário, porque prevaricaste e isso não será para ti honra diante do Senhor Deus”. 19.Então, Ozias, tendo na mão o turíbulo, encolerizou-se; mas, durante esse acesso de cólera, apareceu a lepra em sua fronte, ali, no Templo do Senhor, na presença dos sacerdotes, diante do altar dos perfumes. 20.O sumo sacerdote Azarias e todos os outros sacerdotes, olhando-o, viram essa lepra que ele tinha na fronte. Precipitadamente fizeram-no sair; aliás, ele próprio se apressou em sair, sentindo-se ferido pelo Senhor. 21.O rei Ozias ficou leproso até a morte. Como tal, viveu numa casa isolada. Estava excluído do Templo do Senhor e seu filho Joatão governava o palácio e julgava o povo da terra. 22.O profeta Isaías relatou os outros atos de Ozias, desde os primeiros até os últimos. 23.Ozias adormeceu entre seus pais e foi sepultado perto deles, no campo da sepultura dos reis, porque diziam: “Ele era leproso”. Seu filho Joatão sucedeu-lhe no trono.

O rei Joatão

27.   1.Joatão tinha a idade de vinte e cinco anos quando começou a reinar e reinou durante dezesseis anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Jerusa e era filha de Sadoc. 2.Fez o bem aos olhos do Senhor e seguiu as pegadas de seu pai Ozias, exceto que não entrou no Templo do Senhor. Mas o povo continuava a se corromper. 3.Foi Joatão quem construiu a porta superior do Templo do Senhor e trabalhou muito no muro de Ofel.* 4.Construiu cidades na montanha de Judá, fortes e torres nas matas. 5.Fez guerra ao rei dos amonitas e venceu-os. Nesse ano, os amonitas pagaram-lhe um tributo de cem talentos de prata, dez mil coros de trigo e dez mil de cevada. Fizeram o mesmo no segundo e no terceiro anos. 6.Joatão tornou-se assim muito poderoso porque ele andava com firmeza nos caminhos do Senhor, seu Deus. 7.Os outros atos de Joatão, suas ações e feitos, suas guerras, tudo isso está relatado no Livro dos Reis de Israel e de Judá. 8.Tinha vinte e cinco anos quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. 9.Joatão adormeceu entre seus pais e foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Acaz sucedeu-lhe no trono.

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