Vida interior e a devoção a Virgem Maria

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Desde pequenos, somos ensinados a discernir o que é bom e mau, o que é justo e injusto, o que agrada a Deus e o que O ofende.

Apesar disto, no enfretamento diário das tentações, nos deparamos com nossas fraquezas e apegos. A inteligência é iluminada, tomamos consciência de que aquele ato ou omissão ofenderá o Senhor, mas nossa vontade fraca, muitas vezes cede ao egoísmo e terminamos optando pelo pecado.

Como resistir às tentações? Como conseguir se afastar do demônio e seu mal?  A resposta foi concedida pela própria Virgem Maria a Santa Brígida, e registrada no livro “As Glórias de Maria” de Santo Afonso Maria de Ligório, nos seguintes termos: “Por endurecido que seja um pecador, imediatamente o abandona o demônio, se invoca o meu santo nome. Assim que o ouvem invocar, largam de pronto a alma presa em suas garras”.

Portanto, se recorremos à Virgem Maria imediatamente nas tentações, ela nos socorre e nos livra do mal, ajudando-nos a combater o bom combate (II Timóteo 4,7).

Mas, e quando caímos e traímos o Senhor? Nesse momento, percebemos como ferimos constantemente o primeiro mandamento, não amamos o Senhor acima de todas as coisas. Na verdade, amamos a nós mesmos, e nessa busca por uma felicidade passageira e autodestrutiva, nos distanciamos do Amor que se deu por inteiro no madeiro redentor.

Porém, nem quando estamos sujos no pecado, Deus nos desampara. Sua Misericórdia nos alcança, e se pedimos e abrimos nosso coração ao arrependimento, podemos fazer o caminho de volta, assim como o Filho pródigo (Lucas 15, 11ss).

Neste instante de retorno aos braços amorosos do Pai, Nossa Senhora é nossa guia e auxiliadora. Ela nos mostra o caminho até Jesus, e assim como no milagre das bodas de Caná, Ela diz hoje para nós: “Fazei o que Ele vos disser” (João 2,5).

Através dessas reflexões, é possível perceber que dificilmente se evoluirá na vida interior sem recorrer a Santíssima Virgem. Os grandes santos da nossa Igreja possuíam especial carinho e devoção a Nossa Senhora, e rezavam o rosário como grande arma de combate e instrumento seguro para alcançar à santidade.

Tamanha era a eficácia que os santos encontravam na prática dessa especial devoção, que eles tornavam-se assíduos preparadores do Santo Rosário.

Esse é o caso do grande místico São Padre Pio, que uma vez estando a fazer o plano de oração para um filho espiritual, deu-lhe a seguinte resposta: “Meu filho, o melhor plano de oração é o santo rosário!”.

Diante do exposto, é possível perceber que se queremos ser santos como Deus nos ordena (I São Pedro 1, 15-16), precisamos recorrer ao colo acolhedor e ao manto protetor de Nossa Senhora. É Ela nosso Penhor seguro do sumo Bem!

Recorramos a Nossa Senhora, ela não nos desampara nunca!

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