Desafio: "A Bíblia em um ano"

Vigésimo nono dia: Os rituais dos Sacrifícios de reparação

Nestes capítulos de hoje continuamos a meditar sobre as prescrições rituais dos sacrifícios que Moisés recebeu no Monte Sinai. Vemos ainda sobre as consequências para o povo quando um sumo sacerdote cometia um pecado, nesta situação o sacrifício oferecido deveria ser de uma forma mais pomposa. Faça a leitura de preferência em sua Bíblia dos capítulos 04, 05, 06 e 07 do livro do Levítico (Lv).

Levítico

Sacrifícios pelo pecado

4.   1.O Senhor disse a Moisés: “Fala aos israelitas. Dize-lhes: 2.Quando um homem tiver pecado involuntariamente contra uma prescrição do Senhor, fazendo uma das coisas que ele proibiu; 3.se aquele que tiver pecado for um sacerdote ungido, de maneira que o povo se torne culpado, oferecerá ao Senhor por sua transgressão um novilho sem defeito como sacrifício de expiação. 4.Levará o novilho diante do Senhor, à entrada da tenda de reunião, porá a mão sobre a cabeça do touro e o imolará diante do Senhor. 5.O sacerdote ungido tomará o sangue do touro e o levará à tenda de reunião; 6.mergulhará o seu dedo no sangue e fará sete aspersões diante do Senhor, diante do véu do santuário. 7.Em seguida, porá o sangue nos chifres do altar dos perfumes aromáticos que está diante do Senhor, na tenda de reunião, e derramará o resto do sangue do touro ao pé do altar dos holocaustos, que está à entrada da tenda de reunião. 8.Tirará a gordura do touro imolado pelo pecado, tanto a que envolve as entranhas como a que adere a elas, 9.os dois rins com a gordura que os envolve na região lombar, e a pele que recobre o fígado, a qual será desprendida de junto dos rins. 10.Fará como se faz com o touro do sacrifício pacífico e queimará tudo isso no altar dos holocaustos. 11.Mas o couro do touro, sua carne, com sua cabeça, suas pernas, suas entranhas e seus excrementos, enfim, todo o touro, 12.o levará para fora do acampamento, em lugar limpo, onde se jogam as cinzas, e o queimará sobre lenha: será queimado sobre um monte de cinzas. 13.Se foi toda a assembleia de Israel quem pecou involuntariamente, por inadvertência, cometendo alguma ação proibida pelos mandamentos do Senhor, tornando-se assim culpada, 14.se o pecado cometido por ela vier a ser conhecido, a assembleia ofere­cerá em sacrifício de expiação um novilho, que se conduzirá diante da tenda de reunião. 15.Os anciãos da assembleia porão suas mãos sobre a cabeça do touro, o qual será imolado diante do Senhor. 16.O sacerdote ungido levará o sangue do touro à tenda de reunião: 17.mergulhará seu dedo no sangue e fará sete aspersões diante do Senhor, em frente do véu. 18.Porá o sangue nos chifres do altar que está diante do Se­­nhor na tenda de reunião e derramará o resto do sangue ao pé do altar dos holocaustos, que está à entrada da tenda de reunião. 19.Tirará toda a gordura do touro para queimá-la sobre o altar. 20.Fará desse touro o que se fez com o novilho imolado pelo pecado. É assim que o sacerdote fará a expiação por eles, e serão perdoados. 21.Levará depois o touro para fora do acampamento e o queimará como o primeiro. Esse é o sacrifício pelo pecado da assembleia. 22.Se foi um chefe quem pecou, come­ten­do involuntariamente uma ação proibida por um mandamento do Senhor, seu Deus, tornando-se assim culpado, 23.trará para sua oferta um bode sem defeito, logo que tiver tomado consciência de seu pecado. 24.Porá a mão sobre a cabeça do bode e o imolará no lugar onde se imolam os holocaustos diante do Senhor. Esse é um sacrifício pelo pecado. 25.O sacerdote, com o dedo, tomará o sangue da vítima oferecida pelo pecado e o porá sobre os chifres do altar dos holocaustos, e derramará o resto do sangue ao pé desse altar. 26.Queimará, em seguida, sobre o altar toda a gordura, como a dos sacrifícios pacíficos. É assim que o sacerdote fará pelo chefe a expiação de seu pecado; e ele será perdoado. 27.Se for alguém do povo quem pecou involuntariamente, come­tendo uma ação proibida por um mandamento do Senhor, tornando-se assim culpado, 28.trará para sua oferta uma cabra sem defeito, pela falta cometida, logo que tiver tomado consciência de seu pecado. 29.Porá a mão sobre a cabeça da vítima oferecida pelo pecado e a imolará no lugar onde se imolam os holocaustos. 30.Em seguida, o sacerdote molhará o dedo no sangue da vítima, e o porá sobre os chifres do altar dos holocaustos, derramando o resto ao pé do altar. 31.Tirará toda a gordura, como se fez no sacrifício pacífico e a queimará no altar, como agradável odor ao Senhor. É assim que o sacerdote fará a expiação por esse homem, e ele será perdoado. 32.Se for um cordeiro que oferecer em sacrifício pelo pecado, oferecerá uma fêmea sem defeito. 33.Porá a mão sobre a cabeça da vítima oferecida pelo pecado e a imolará em sacrifício de expiação no lugar onde se imolam os holocaustos. 34.Em seguida, molhará o dedo no sangue dessa vítima ofere­cida pelo pecado, e o porá sobre os chifres do altar dos holocaustos, derramando o resto do sangue ao pé do altar. 35.Tirará toda a gordura como se tirou a do cordeiro do sacrifício pacífico, e a queimará no altar, entre os sacrifícios feitos pelo fogo ao Senhor. É assim que o sacerdote fará a expiação pelo pecado cometido por esse homem, e ele será perdoado”.

Impurezas

5.   1.“Se alguém, chamado como testemunha, após ter ouvido a adjuração do juiz, peca por não declarar o que viu ou o que soube, levará o peso de sua falta. 2.Se alguém tocar, por inadvertência, uma coisa impura, como o cadáver de um animal impuro, de uma fera ou de um réptil impuro, ficará manchado e culpado. 3.Da mesma forma, se, por descuido, tocar uma imundície humana qualquer, e logo se der conta disso, será réu de culpa. 4.Se alguém, por descuido ou irreflexão, jurar fazer qualquer coisa de bem ou de mal, logo que se der conta disso, será culpado, qualquer que seja o juramento inconside­rado. 5.Aquele, pois, que for culpado de uma dessas coisas, confessará o pecado que tiver cometido. 6.Apresentará ao Senhor em expiação pelo pecado cometido uma fêmea de seu rebanho miúdo, uma ovelha ou uma cabra em sacrifício pelo pecado; e o sacerdote fará por ele a expiação de seu pecado.

Ofertas dos pobres

7.Se não houver meio de se obter uma ovelha ou uma cabra, oferecerá ao Senhor em expiação pelo seu pecado duas rolas ou dois pombinhos, um em sacrifício pelo pecado e o outro em holocausto. 8.Ele os levará ao sacerdote, que oferecerá primeiro a vítima pelo pecado, quebrando-lhe a cabeça, perto da nuca, sem desprendê-la. 9.Aspergirá a parede do altar com o sangue da vítima pelo pecado, e o resto do sangue será aspergido no pé do altar. Esse é um sacrifício pelo pecado. 10.Fará da outra ave um holocausto segundo os ritos. É assim que o sacerdote fará por esse homem a expiação do pecado que ele cometeu, e ele será perdoado. 11.Se não houver meio de se encontrarem duas rolas ou dois pombinhos, trará como oferta pelo pecado cometido, o décimo de um efá de flor de farinha em sacrifício pelo pecado. Não lhe deitará azeite nem lhe porá incenso, porque é um sacrifício pelo pecado. 12.Trará ao sacerdote, que dela tomará um punhado como memorial, e a queimará sobre o altar, entre os sacri­fícios feitos pelo fogo ao Senhor. Esse é um sacrifício pelo pecado. 13.É assim que o sacerdote fará a expiação pelo pecado cometido por esse homem, em uma dessas coisas; e ele será perdoado. O que sobrar será do sacerdote, como na oblação.”

Sacrifícios de reparação

14.O Senhor disse a Moisés: 15.“Se alguém cometer involuntaria­mente uma infidelidade, retendo ofertas consagradas ao Senhor, oferecerá ao Senhor em sacrifício de reparação um carneiro sem defeito, tomado do rebanho, segundo a tua avaliação em siclos de prata, conforme o siclo do santuário; esse é um sacrifício de reparação. 16.Restituirá o que tirou do santuário, com um quinto a mais, que entregará ao sacerdote. O sacerdote fará a expiação por esse homem com o carneiro oferecido em sacri­fício de reparação, e o pecado lhe será perdoado. 17.Se alguém pecar, fazendo, sem se dar conta, uma ação proibida por um mandamento do Senhor, será culpado e deverá arcar com a falta. 18.Levará ao sacerdote, em sacrifício de reparação, um carneiro sem defeito tomado do rebanho, segundo sua avaliação. O sacerdote fará por ele a expiação da falta cometida por inadvertência, inconscientemente; e ele será perdoado. 19.Esse é um sacrifício de reparação, porque esse homem era certamente culpado diante do Senhor”.

Fraude contra o próximo 

20.O Senhor disse a Moisés: 21.“Se alguém pecar e cometer uma infidelidade contra o Se­nhor, negando ter recebido de seu próximo um depósito ou um penhor, recusando restituir uma coisa roubada ou extorquida, 22.ou um objeto perdido que encontrou, e jurando falso a respeito de uma das coisas com que se pode pecar, 23.se vem assim a pecar e tornar-se culpado, restituirá o objeto roubado ou extorquido, o depósito confiado, ou toda coisa que tenha sido objeto de juramento falso. 24.Restituirá integralmente esse obje­to ao seu proprietário, ajuntando um quinto do seu valor, no mesmo dia em que oferecer o sacrifício de reparação. 25.Levará ao sacerdote para o sacrifício de reparação ao Senhor um carneiro sem defeito, tomado do rebanho, segundo a tua avaliação. 26.O sacerdote fará por ele a expiação diante do Senhor, e ele será perdoado, seja qual for a falta de que se tenha tornado culpado”.

Ordenações relativas aos sacrifícios

6.   1.O Senhor disse a Moisés: “Eis as ordenações que darás a Aarão e a seus filhos: 2.Esta é a lei do holocausto: O holocausto ficará na lareira do altar toda a noite até pela manhã, e se conservará ali aceso o fogo do altar. 3.O sacerdote, revestido da túnica de linho e com os calções de linho no corpo, tirará a cinza do fogo que houver consumido o holocausto sobre o altar e a porá ao lado. 4.Deixará suas vestes e porá outras para levar a cinza fora do acampamento, a um lugar limpo. 5.O fogo deverá ser alimentado no altar, sem jamais se apagar. O sacerdote nele acende­rá lenha todas as manhãs; disporá sobre ele o holocausto e sobre ele queimará a gordura dos sacrifícios pacíficos. 6.O fogo se conservará perpetuamente aceso no altar, sem jamais se apagar. 7.Eis a lei da oblação: os filhos de Aarão a apresentarão ao Senhor diante do altar. 8.Tomarão dela um punhado de flor de farinha com o azeite e todo o incenso que está por cima, e queimarão sobre o altar como memorial, em oferta de agradável odor ao Senhor. 9.Aarão e seus filhos comerão o que sobrar da oblação. E o come­rão sem fermento em um lugar santo, a saber: no átrio da tenda de reunião. Não será cozido com fermento. 10.Essa é a parte que lhes tenho dado das ofertas que me são feitas, consumidas pelo fogo. Essa é uma coisa santíssima, como o sacrifício pelo pecado e o sacrifício de reparação. 11.Todo varão entre os filhos de Aarão comerá dela. Essa é uma lei perpétua, no tocante às partes destinadas a vossos descendentes, das ofertas feitas pelo fogo ao Senhor. Todo aquele que tocar essas coisas será santo”. 12.O Senhor disse a Moisés: 13.“Eis a oferta que Aarão e seus fi­lhos farão ao Senhor no dia em que receberem a unção: um décimo de efá de flor de farinha em oblação perpétua, metade pela manhã e metade à tarde. 14.Será preparada na assadeira com óleo; tu a trarás quando estiver misturada, e ofere­cerás os pedaços fritos da oferta dividida, em agradável odor ao Senhor. 15.O filho do sacerdote que lhe suceder e receber a unção fará também essa oblação. Essa é uma lei perpétua dian­te do Se­nhor; a oblação será consumida inteiramente. 16.Toda oferta de um sacer­dote será consumida integralmente, e dela não se comerá nada”. 17.O Senhor disse a Moisés: “Dize o seguinte a Aarão e seus filhos: 18.Eis a lei do sacrifício pelo pecado: a vítima do sa­crifício pelo pecado será imolada diante do Senhor, no lugar onde se imola a vítima do holocausto. Essa é uma coisa santíssima. 19.O sacerdote que oferecer a vítima do sacrifício pelo pecado a comerá em um lugar santo, a saber: no átrio da tenda de reunião. 20.Todo aquele que tocar a sua carne será santo; se se salpicar do seu sangue sobre uma veste, tu a lavarás em um lugar santo. 21.O vaso de barro em que se cozer a vítima será quebrado; mas, se o vaso for de bronze, será esfregado e lavado com água. 22.Todo varão entre os sacerdotes comerá dela; essa é uma coisa santíssima. 23.A vítima, porém, imolada pelo pecado, cujo sangue se leva à tenda de reunião para se fazer a expiação no santuário, não será de forma alguma comida, mas queimada no fogo”.

7.   1.“Eis a lei do sacrifício de reparação; essa é uma coisa santíssima. 2.A vítima do sacrifício de reparação será imolada no lugar onde se imola o holocausto: e se derramará o seu sangue em toda a volta do altar. 3.Dela se oferecerá toda a gordura, a cauda, a gordura que envolve as entranhas, 4.os dois rins com a gordura que os recobre na região lombar e a pele que recobre o fígado, a qual será desprendida de junto dos rins. 5.O sacerdote as queimará sobre o altar, em sacrifício pelo fogo ao Senhor; esse é um sacrifício de reparação. 6.Todo varão entre os sacerdotes comerá dela em um lugar santo: essa é uma coisa santíssima. 7.O sacrifício de reparação será feito exa­tamente como o sacrifício pelo pecado. Será uma só lei para os dois. A vítima pertencerá ao sacerdote que faz a expiação. 8.O sacerdote que oferecer o holocausto por alguém terá a pele da vítima oferecida. 9.Toda oblação cozida no forno, na caçarola ou na assadeira será do sacerdote que a tiver oferecido. 10.Toda oblação amassada com óleo, ou seca, pertencerá aos filhos de Aarão, sem distinção. 11.Eis a lei do sacrifício pacífico que se oferece ao Senhor: 12.Se a oferta for em ação de graças, serão oferecidos com a vítima de ação de graças bolos sem fermento, amassados com óleo, bolachas sem fermento untadas de óleo e farinha frita em fôrma de bolos amassados com óleo. 13.Serão oferecidos também bolos fermentados com a oblação do sacrifício pacífico oferecido em ação de graças. 14.Será apresentado um pedaço de cada uma dessas ofertas em oblação reservada para o Senhor. Ela será para o sacerdote que tiver derramado o sangue da vítima pacífica. 15.A carne da vítima de ação de graças oferecida em sacrifício pacífico será comida no dia da oblação; não se deixará nada para o dia seguinte. 16.Se a vítima for oferecida por voto ou como oferta voluntária, deverá ser comida no dia da oblação. O que sobrar poderá ser comido no dia seguinte. 17.O que restar ainda da carne da vítima no terceiro dia deverá ser queimado. 18.Se alguém comer da carne de seu sacrifício pacífico no terceiro dia, esse sacri­fício não deverá ser aceito; ele não lhe será levado em conta; essa será uma coisa abominável, e quem dele tiver comido levará o peso de sua falta. 19.A carne que tiver tocado alguma coisa impura não deverá ser comida. Será queimada no fogo. Todo homem puro poderá comer da carne do sacrifício pacífico. 20.Mas aquele que a comer em estado de impureza será cortado do seu povo. 21.Quem tocar alguma coisa impura, imundície humana ou animal impuro, ou qualquer outro objeto abominável, e comer, em seguida, da carne do sacrifício pacífico pertencente ao Senhor, será cortado de seu povo.” 22.O Senhor disse a Moisés: 23.“Dizes isto aos israelitas: Não comereis gordura de boi, de ovelha ou de cabra. 24.A gordura de um animal morto ou dilacerado por uma fera selvagem poderá servir a qualquer outro uso, mas não comereis dela. 25.Todo aquele que comer da gordura de animais oferecidos ao Senhor em sacrifícios feitos pelo fogo será cortado do seu povo. 26.Onde quer que habiteis, não comereis sangue, nem de ave, nem de animais. 27.Todo aquele que comer qualquer espécie de sangue será eliminado de seu povo”. 28.O Senhor disse a Moisés: “Dize isto aos israelitas: 29.Aquele que oferecer ao Senhor uma vítima pacífica, levará ao Senhor a oferta tirada do dito sacrifício. 30.E trará em suas mãos o que deve ser oferecido pelo fogo ao Senhor: a gordura com o peito, para agitá-la como oferta dian­te do Senhor. 31.O sacerdote queimará a gordura no altar, e o peito será para Aarão e seus filhos. 32.Dareis também ao sacer­dote a coxa direita como oferta tomada dos vossos sacrifícios pacíficos. 33.Aquele dentre os filhos de Aarão que oferecer o sangue e a gordura dos sacrifícios pacíficos, esse terá como sua porção a coxa direita. 34.Eu tomei, com efeito, dos sacri­fícios pacíficos dos israelitas, o peito que se deve agitar diante de mim e a coxa que se deve pôr à parte, e os dou ao sacerdote Aarão e seus filhos, como direito perpétuo que têm sobre os israelitas. 35.Essa é a parte que tocará a Aarão e seus filhos, dentre os sacrifícios pelo fogo ao Senhor, a partir do dia em que forem apresentados como sacerdotes a serviço do Senhor. 36.Foi o que o Senhor ordenou aos israelitas que dessem aos sacer­dotes desde o dia de sua unção. É o direito perpétuo que têm para todos os seus descendentes”. 37.Tal é a lei do holocausto, da oblação, do sacrifício pelo pecado, do sacrifício de reparação e de empossamento e do sacrifício pacífico. 38.O Senhor deu-a a Moisés no monte Sinai, no dia em que pres­creveu aos israelitas apresentarem suas ofertas ao Senhor, no deserto do Sinai.

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